Messias Carreiro
Manoel Messias Souza Costa · nasceu em 1983
Messias Carreiro se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 2 partidos: MDB (2016), PODE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 37 anos, até o fundamental, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Messias Carreiro declarou R$ 2.155 em bens, em reais de hoje.
Declarou 10% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Messias CarreiroR$ 2.155
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Messias Carreiro declarou ao TSE R$ 9,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 7 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Fronteira dos Vales (MG) · PODE · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 2.20983,9%
- Fundo eleitoralR$ 42516,1%
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Fronteira dos Vales (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 13 por voto. Quem venceu, Valter Papagalo, gastou R$ 4,51 por voto. O voto mais caro custou R$ 577; o mais barato, R$ 4,51.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Sabrina Costa MDBR$ 2,9 mil · 5 votosR$ 577
- Li De Fernando MDBR$ 2,7 mil · 5 votosR$ 538
- Maria José PODER$ 965 · 30 votosR$ 32,2
- Cicera PSBR$ 1,7 mil · 65 votosR$ 25,5
- Josias De Telma MDBR$ 2,7 mil · 160 votosR$ 16,6
- Saruer Do Castelo MDBR$ 1,3 mil · 94 votosR$ 14,1
- Fagner Aguilar PSBR$ 2,2 mil · 171 votosR$ 13
- Zé De Ninha MDBR$ 1,2 mil · 111 votosR$ 10,6
- Cano PTR$ 1,1 mil · 111 votosR$ 9,82
- Joquinha MDBR$ 1,2 mil · 124 votosR$ 9,56
- Vitim MDBR$ 1,2 mil · 208 votosR$ 5,70
- Valter Papagalo MDBR$ 1,2 mil · 263 votosR$ 4,51
Votos por real
- 2016, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.