Apuração
Vereador · 2008 · PTB

Mesquita

Francisco Jefferson Neves Mesquita · nasceu em 1965

Mesquita se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,39← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PL2006PAN2008PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 3 partidos: PL (2004), PAN (2006), PTB (2008).

Dep. estadualVereadorPartidoPLPANPTB200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 43 anos, ensino médio, vereador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    PTB 14122· centro-direita
    suplente
  2. 2006
    Deputado estadual · Pernambuco
    PAN 26122· sem classificação
    suplente3.890 votos; 148º mais votado de 452 no estado
  3. 2004
    PL 22122· direita
    eleito2.389 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Mesquita teve 3.890 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 148º lugar entre 452 candidatos.

Recebeu votos em 51 cidades. Jaboatão dos Guararapes deu 68,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,8%.

3.890 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 3.890 votos.
  1. Jaboatão dos Guararapes (PE)2.679 votos68,9%
  2. Recife (PE)844 votos21,7%
  3. Barreiros (PE)76 votos2%
  4. Cabo de Santo Agostinho (PE)33 votos0,8%
  5. Olinda (PE)29 votos0,7%
  6. Outras 36 cidades85 votos2,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Mesquita declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 12 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Jaboatão dos Guararapes (PE) · PTB · suplente

De onde veio

R$ 4.378
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 4.378
O maior gasto foi com material impresso: 85% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.378.
  1. Material impressoR$ 3.70884,8%
  2. EscritórioR$ 66715,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Jaboatão dos Guararapes (PE), 2008

Mediana da disputa: R$ 21,2 por voto. Quem venceu, Joas Da Muribeca, gastou R$ 14,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 255; o mais barato, R$ 14,5.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 339 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 328 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 719 votos por R$ 1.000, 4,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.