Claudio Menegola
nasceu em 1957
Claudio Menegola se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: PP (2008–2016), MDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 63 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Claudio Menegola declarou R$ 2,8 mi em bens, em reais de hoje: 48 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 370,4 mil acima da inflação.
Declarou 48 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Claudio MenegolaR$ 2,8 mi
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 8 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Lote rural de 12R$ 1,4 miTerra nua
- Lote rural sem benfeitorias com area de 22hecR$ 718,2 milTerra nua
- Lote rural sem benfeitoria com area de 7R$ 215,5 milTerra nua
- Lote Urbano em Ponte PretaR$ 215,5 milTerreno
- Trator Agricola massey Fergusson 283 ano 2006R$ 86,2 milBens da atividade autônoma
- Automovel Pick-Up Strada ano 2012R$ 50,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Plantadeira Imasa 1600R$ 43,1 milBens da atividade autônoma
- Valor em moeda corrente nacionalR$ 5.028Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Claudio Menegola declarou ao TSE R$ 2,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 1,3 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Ponte Preta (RS) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- ServiçosR$ 28372,5%
- Material impressoR$ 10827,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Ponte Preta (RS), 2020
Mediana da disputa: R$ 37,9 por voto. Quem venceu, Enio José Celi, gastou R$ 11,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 259; o mais barato, R$ 10,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Anderson Da Silva PLR$ 778 · 3 votosR$ 259
- Genessi Oldra PPR$ 778 · 4 votosR$ 195
- Rosa Gregio Ponsoni REPUBLICANOSR$ 778 · 6 votosR$ 130
- Rosmari Raspe PTR$ 815 · 7 votosR$ 116
- Silvana Cararo PTR$ 815 · 12 votosR$ 67,9
- Graciela Lazzarotto PLR$ 2,8 mil · 59 votosR$ 48
- Evoni Bonatti REPUBLICANOSR$ 872 · 23 votosR$ 37,9
- Carlos Nelcir Tomazelli PPR$ 1,2 mil · 39 votosR$ 31,9
- Rosane Jane PTR$ 815 · 26 votosR$ 31,4
- Carubla Zukowski PTR$ 900 · 62 votosR$ 14,5
- Enio José Celi REPUBLICANOSR$ 1,1 mil · 99 votosR$ 11,4
- Jarci Melatti PPR$ 778 · 75 votosR$ 10,4
Votos por real
- 2020, vereador: 46 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2016, vereador: 72 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 123 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.