Apuração
Vereador · 2020 · PT

Melquides Matos

Merquides da Silva Matos · nasceu em 1965

Melquides Matos se candidatou em 4 eleições, de 2010 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,40← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2010PT2012PT2016PT2020PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PT.

Dep. estadualVereadorPartidoPT201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 55 anos, superior completo, técnico de enfermagem e assemelhados (exceto enfermeiro), cor preta. A cor declarada mudou: parda em 2016, preta em 2020. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Gurupi (TO)
    PT 13123· esquerda
    não eleito
  2. 2016
    Vereador · Gurupi (TO)
    PT 13000· centro-esquerda
    suplente
  3. 2012
    Vereador · Gurupi (TO)
    PT 13460· centro-esquerda
    suplente
  4. 2010
    Deputado estadual · Tocantins
    PT 13460· centro-esquerda· na urna, Melquiades Matos
    suplente843 votos; 101º mais votado de 214 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Melquides Matos teve 843 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 101º lugar entre 214 candidatos.

Recebeu votos em 30 cidades. Araguaçu deu 45,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,2%.

843 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 843 votos.
  1. Araguaçu (TO)386 votos45,8%
  2. Gurupi (TO)271 votos32,1%
  3. Sandolândia (TO)37 votos4,4%
  4. Palmas (TO)30 votos3,6%
  5. Aliança do Tocantins (TO)13 votos1,5%
  6. Outras 15 cidades24 votos2,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Melquides Matos declarou R$ 46 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2010 e 2020, o total caiu R$ 97,5 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 46 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 32.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Tocantins em 2020.

  • Melquides MatosR$ 46 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 33 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 94,1 mil

Cada quadrado, R$ 2.500.

Cada quadrado é 1% de R$ 46 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Melquides Matos declarou ao TSE R$ 100 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 50 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Gurupi (TO) · PT · não eleito

De onde veio

R$ 13,4 mil
11% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13,4 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 9.19968,4%
  2. PessoasR$ 2.83021,1%
  3. Fundo eleitoralR$ 1.41510,5%

Para onde foi

R$ 11,2 mil
O maior gasto foi com material impresso: 62% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 11,2 mil.
  1. Material impressoR$ 6.93461,9%
  2. PessoalR$ 2.83025,2%
  3. InternetR$ 1.41512,6%
  4. EscritórioR$ 310,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Gurupi (TO), 2020

Mediana da disputa: R$ 50,9 por voto. Quem venceu, Ronaldo Lira, gastou R$ 25,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 172; o mais barato, R$ 25,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Luziene Do Moura PATRIOTAR$ 17 mil · 101 votosR$ 172
  • Camilla Galvao PSCR$ 16 mil · 177 votosR$ 92,8
  • Alex Da Exclusiva PROSR$ 43 mil · 507 votosR$ 85,4
  • Luciano Moura PATRIOTAR$ 16 mil · 238 votosR$ 65,7
  • Marilis PPR$ 36 mil · 545 votosR$ 65,4
  • Alan Cruz PSCR$ 14 mil · 274 votosR$ 51,4
  • Professora Izaltina PSCR$ 21 mil · 413 votosR$ 50,9
  • Licemara Cardoso PPR$ 15 mil · 321 votosR$ 46,4
  • Romildo Santos PPR$ 14 mil · 391 votosR$ 36,2
  • Givaldo Leal PPR$ 14 mil · 423 votosR$ 33,5
  • Sargento Jenilson PRTBR$ 16 mil · 585 votosR$ 27,7
  • Ronaldo Lira PSCR$ 17 mil · 651 votosR$ 25,8

Votos por real

  • 2020, vereador: 31 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
  • 2010, deputado estadual: 17 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.