Medina
Moisés Correa Medina · nasceu em 1984
Medina se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma. Em 2 delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2016: 32 anos, até o fundamental, motorista de veículos de transporte de carga, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Medina declarou R$ 45,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 38,8 mil acima da inflação.
Declarou 62% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- MedinaR$ 45,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Medina declarou ao TSE R$ 3,6 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 2,8 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Crissiumal (RS) · PTB · candidatura não chegou à urna
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Crissiumal (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 19,2 por voto. Quem venceu, Sandra Trentini, gastou R$ 13,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 47,9; o mais barato, R$ 13,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marquinhos PTR$ 8,8 mil · 183 votosR$ 47,9
- Betinho - Alberto Biasibetti PSBR$ 10 mil · 225 votosR$ 45,6
- Prof. Levanir Simionato - Lêva PTR$ 11 mil · 256 votosR$ 41,6
- Sergio Drumm PDTR$ 9,3 mil · 268 votosR$ 34,7
- Renato Saling PSDR$ 9,6 mil · 359 votosR$ 26,7
- Jardel Pagani PSDR$ 7,5 mil · 322 votosR$ 23,4
- Ivens Grün PPR$ 5,9 mil · 310 votosR$ 19,2
- Janice Dalcin Benatti PSDR$ 5,8 mil · 313 votosR$ 18,7
- Solange Andres PSBR$ 6,6 mil · 352 votosR$ 18,6
- Celso PSDR$ 6,4 mil · 401 votosR$ 15,9
- Machado MDBR$ 6,6 mil · 423 votosR$ 15,5
- Sandra Trentini PC do BR$ 12 mil · 861 votosR$ 13,5
Votos por real
- 2008, vereador: 192 votos por R$ 1.000, 3,2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.