Mazola
José Carlos Maulim · nasceu em 1952
Mazola se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: CIDADANIA (2004), PSB (2008), PODE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 67 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Mazola declarou R$ 2.696 em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 6% da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- MazolaR$ 2.696
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Mazola declarou ao TSE R$ 810 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 493.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Sales Oliveira (SP) · PODE · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Sales Oliveira (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 13,8 por voto. Quem venceu, Babinha, gastou R$ 4,86 por voto. O voto mais caro custou R$ 50,2; o mais barato, R$ 4,86.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tatá PTBR$ 4,4 mil · 88 votosR$ 50,2
- Lekim Bordonal PTBR$ 1,9 mil · 48 votosR$ 39,8
- Gabriel Sinfrônio PODER$ 8,3 mil · 211 votosR$ 39,6
- Beto Saia PLR$ 4,2 mil · 171 votosR$ 24,8
- Dra Marta Pediatra PLR$ 6,9 mil · 324 votosR$ 21,4
- Alan PLR$ 4,4 mil · 207 votosR$ 21,4
- Dejair Da Farmácia PODER$ 1,9 mil · 138 votosR$ 13,8
- Natália Martins MDBR$ 3 mil · 232 votosR$ 12,9
- Thiago Do Gás PLR$ 4 mil · 398 votosR$ 10,1
- Claudinha Paganini MDBR$ 4,1 mil · 506 votosR$ 8,16
- Luizinho Barbeiro MDBR$ 2 mil · 250 votosR$ 8,07
- Babinha PODER$ 1,7 mil · 352 votosR$ 4,86
Votos por real
- 2020, vereador: 98 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 132 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 177 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.