Mazinho
Bismar da Silva Chagas · nasceu em 1946
Mazinho se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2016 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: PRP (2004), MDB (2008–2012), PL (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2016: 70 anos, ensino médio, comerciante, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Mazinho declarou R$ 3,6 mi em bens, em reais de hoje: 274 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 1 mi acima da inflação.
Declarou 274 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2016.
- MazinhoR$ 3,6 mi
- Mediana dos candidatosR$ 13 mil
- Mediana dos eleitosR$ 97,5 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Rebanho bovino com 188 undR$ 3,1 miRebanho e animais
- Uma propriedade rural denominada fazenda taquara com…R$ 406,2 milOutros bens imóveis rural
- Um veiculo fiat strada adventure cd ano modelo 2014R$ 88,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 01 Imovel rural denominado sumidorzinho com 11 ha…R$ 16,2 milOutros bens imóveis rural
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Mazinho declarou ao TSE R$ 36 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 26 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Mucugê (BA) · PL · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- Outros candidatosR$ 1.69441%
- PessoasR$ 1.55437,6%
- Próprio bolsoR$ 88221,4%
Para onde foi
- Material impressoR$ 2.01848,9%
- ServiçosR$ 1.23129,8%
- TransporteR$ 87921,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Mucugê (BA), 2016
Mediana da disputa: R$ 16,6 por voto. Quem venceu, Gilmazinho, gastou R$ 6,61 por voto. O voto mais caro custou R$ 498; o mais barato, R$ 6,61.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Ângela Pina PTBR$ 12 mil · 24 votosR$ 498
- Possidonio PC do BR$ 4 mil · 74 votosR$ 54,5
- Ednasio PLR$ 4,6 mil · 123 votosR$ 37,7
- Tiago De Moisés PSDR$ 5,4 mil · 202 votosR$ 26,8
- Manoel Goiaba PSDR$ 7,6 mil · 452 votosR$ 16,7
- Delei PPR$ 5,8 mil · 348 votosR$ 16,6
- Lei PPR$ 6,7 mil · 442 votosR$ 15,2
- Zelinho PSDR$ 4,5 mil · 368 votosR$ 12,2
- Lu De Niu PLR$ 3,9 mil · 319 votosR$ 12,2
- Edi De Zé De Dito PSDR$ 5,1 mil · 436 votosR$ 11,6
- Gilmazinho PPR$ 4 mil · 603 votosR$ 6,61
Votos por real
- 2008, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 63 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.