Marzinho
Waldemar Gomes Junior · nasceu em 1951
Marzinho se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em 4.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2012, 2016 e 2020.
Passou por 3 partidos: PDT (2002–2012), REPUBLICANOS (2016), MDB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 69 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · GoiásPDT 12344· centro-esquerdasuplente1.032 votos; 277º mais votado de 485 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Marzinho teve 1.032 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 277º lugar entre 485 candidatos.
Recebeu votos em 37 cidades. Leopoldo de Bulhões deu 73,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Marzinho declarou ao TSE R$ 49 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 17 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Leopoldo de Bulhões (GO) · MDB · eleito
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Leopoldo de Bulhões (GO), 2020
Mediana da disputa: R$ 70,8 por voto. Quem venceu, Dades Cardoso, gastou R$ 18,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 236; o mais barato, R$ 18,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vu Vila Nova PSLR$ 2,8 mil · 12 votosR$ 236
- Leilinha Cabeleireira PTR$ 3 mil · 17 votosR$ 177
- Divina Abreu PTR$ 3,3 mil · 28 votosR$ 119
- Kinkas PSLR$ 2,8 mil · 25 votosR$ 113
- Denise Do Mercado PSLR$ 2,8 mil · 31 votosR$ 91,3
- Alexandra Rosa Vermelha PSLR$ 2,8 mil · 40 votosR$ 70,8
- Wagna Rocha PSLR$ 2,8 mil · 40 votosR$ 70,8
- Professora Marcia Gléria PTR$ 5 mil · 89 votosR$ 56,2
- Carminha Lacerda PSLR$ 2,8 mil · 63 votosR$ 44,9
- Carlão Da Casa Rural PSLR$ 2,8 mil · 77 votosR$ 36,8
- Pastor Isaac PSLR$ 2,8 mil · 120 votosR$ 23,6
- Dades Cardoso PSLR$ 2,8 mil · 150 votosR$ 18,9
Votos por real
- 2016, vereador: 19 votos por R$ 1.000, 63% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 21 votos por R$ 1.000, 86% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.