Maurinho do Paiol
Mauro Rogerio Nascimento de Jesus · nasceu em 1971
Maurinho do Paiol se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012, 2016 e 2020.
Passou por 5 partidos: PODE (2004), PSDB (2008), PP (2012), PSB (2016), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 49 anos, ensino médio, policial militar, cor preta. A cor declarada mudou: parda em 2016, preta em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Maurinho do Paiol declarou R$ 261,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 240,1 mil acima da inflação.
Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2020.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Compra de terreno no ano de 2010R$ 93,4 milTerreno
- Mantenho em minha casa a quantia de R$60.000R$ 86,2 milDinheiro em espécie
- Compra de terreno situado na r antonio pires N.264R$ 81,9 milTerreno
- Saldo em conta corrente banco bradescoR$ 175Conta corrente no país
- Saldo em conta corrente junto a caixa economica federal…R$ 17Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Maurinho do Paiol declarou ao TSE R$ 103 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 56 mil, 87% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Nilópolis (RJ) · PSD · eleito
De onde veio
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 5.72450,6%
- Material impressoTudo de Grafica E Editora Principe Da Paz LtdaR$ 5.37847,5%
- PessoalR$ 2191,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Nilópolis (RJ), 2020
Mediana da disputa: R$ 13,2 por voto. Quem venceu, Russão Gomes, gastou R$ 6,02 por voto. O voto mais caro custou R$ 50,2; o mais barato, R$ 6,02.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Raissa De Oliveira AVANTER$ 52 mil · 1.028 votosR$ 50,2
- Saulo Benicio PSOLR$ 31 mil · 1.263 votosR$ 24,6
- Rafael Nobre PTBR$ 99 mil · 4.020 votosR$ 24,6
- Zé Ribeiro PLR$ 55 mil · 2.607 votosR$ 21,2
- Alvinho AVANTER$ 29 mil · 1.653 votosR$ 17,8
- Diogo Menezes PLR$ 31 mil · 1.840 votosR$ 16,6
- Jorge Eloy PSDR$ 20 mil · 1.480 votosR$ 13,2
- Marquinho Trembão PSBR$ 24 mil · 1.839 votosR$ 13,2
- Bola Galego PLR$ 24 mil · 1.884 votosR$ 13
- Flavio Vergueiro PSDR$ 19 mil · 2.243 votosR$ 8,60
- Farrusquinha AVANTER$ 18 mil · 2.645 votosR$ 6,83
- Russão Gomes PLR$ 19 mil · 3.235 votosR$ 6,02
Votos por real
- 2020, vereador: 205 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 45 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 170 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 86 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.