Maurides Rodrigues
Maurides Rodrigues Nascimento · nasceu em 1960
Maurides Rodrigues se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2012.
Passou por 3 partidos: PDT (2008–2010), PSDB (2012), CIDADANIA (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2020: 60 anos, ensino médio, pecuarista, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2010Deputado estadual · GoiásPDT 12312· centro-esquerda· na urna, Mauridessuplente15.188 votos; 68º mais votado de 539 no estado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Maurides Rodrigues teve 15.188 votos para deputado estadual, 0,5% dos votos válidos do estado: 68º lugar entre 539 candidatos.
Recebeu votos em 154 cidades. Minaçu deu 71,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Maurides Rodrigues declarou R$ 1,1 mi em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 13,4 mi, já descontada a inflação.
Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em Goiás em 2020.
- Maurides RodriguesR$ 1,1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 543,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 658,1 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- AV. amazonas N 102 QD 198 LT 8R$ 861,9 milCasa
- rua 03 numero 1401 centro minaçu- goR$ 100,6 milCasa
- Avenida amazonas numero 94 centro minaçu-goR$ 57,5 milCasa
- fiat uno way 1.0 2013/2014 onp-2484R$ 43,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- vw gol 1.6 power 2007/2008 placa ngi 1826R$ 21,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Maurides Rodrigues declarou ao TSE R$ 4,6 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeito: R$ 3 milhões.
Campanha a campanha
2012 · Prefeito · Minaçu (GO) · PSDB · eleito
De onde veio
- PartidoTudo de Direção Estadual/DistritalR$ 433,2 mil41,9%
- Próprio bolsoR$ 110,8 mil10,7%
- Pessoas23 pessoas, não nomeadasR$ 77,3 mil7,5%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 39,6 mil3,8%
- EscritórioR$ 39,1 mil3,8%
- EventosR$ 1.0920,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Minaçu (GO), 2012
Maurides: R$ 78,5 por voto (mediana da disputa, R$ 78,5).
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Joaquim Pires PTBR$ 412 mil · 828 votosR$ 497
- Maurides PSDBR$ 1 milhão · 13.166 votosR$ 78,5
Votos por real
- 2012, prefeito: 13 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 27 votos por R$ 1.000, 93% da mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 2,4 votos por R$ 1.000, 17% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.