Mauricio Mandela
Mauricio Frutuoso de Almeida · nasceu em 1951
Mauricio Mandela se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2014, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2014, suplente.
Declarou ao TSE em 2014: 63 anos, até o fundamental, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2014Deputado federal · PernambucoPTB 1466· centro-direitasuplente315 votos; 119º mais votado de 155 no estado
- 2008
- 2006Deputado federal · PernambucoPTB 1456· centro-direita· na urna, Mandelasuplente1.910 votos; 82º mais votado de 198 no estado
- 2004
- 2002Deputado federal · PernambucoPTB 1456· centro-direita· na urna, Mandelanão eleito2.013 votos; 75º mais votado de 187 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Mauricio Mandela teve 315 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 119º lugar entre 155 candidatos.
Recebeu votos em 40 cidades. Recife deu 70,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,8%.
As outras 2 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Mauricio Mandela declarou ao TSE R$ 21 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 8 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Recife (PE) · PTB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Recife (PE), 2008
Mediana da disputa: R$ 63,6 por voto. Quem venceu, Luciano Siqueira, gastou R$ 30,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 162; o mais barato, R$ 30,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Eristela PTR$ 490 mil · 3.025 votosR$ 162
- Professor Paulo Roberto DEMR$ 354 mil · 3.109 votosR$ 114
- Roberto Teixeira PPR$ 431 mil · 4.054 votosR$ 106
- Luiz Helvecio PTR$ 505 mil · 5.101 votosR$ 99,1
- Mozart Sales PTR$ 562 mil · 6.891 votosR$ 81,6
- João Arraes E Ou Arraes PSBR$ 507 mil · 7.334 votosR$ 69,1
- Daniel Coelho PVR$ 482 mil · 7.587 votosR$ 63,6
- Priscila Krause DEMR$ 492 mil · 10.270 votosR$ 47,9
- Mucio Magalhães PTR$ 455 mil · 9.990 votosR$ 45,5
- Marilia Arraes PSBR$ 404 mil · 9.533 votosR$ 42,4
- Luiz Eustaquio PTR$ 338 mil · 8.138 votosR$ 41,6
- Luciano Siqueira PC do BR$ 399 mil · 13.113 votosR$ 30,5
Votos por real
- 2008, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 239 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 11% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.