Apuração
Deputado estadual · 2018 · PODE

Mauricio Bacelar

Luis Mauricio Bacellar Batista · nasceu em 1963

Mauricio Bacelar se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2018, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPODE+0,42← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PODE2012PODE2016PODE2018PODE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PODE.

Dep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPODE200820102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 55 anos, superior completo, engenheiro, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Bahia
    PODE 19789· direita
    suplente7.019 votos; 146º mais votado de 576 no estado
  2. 2016
    Vereador · Camaçari (BA)
    PODE 19019· direita· na urna, Maurício Bacellar
    não eleito
  3. 2012
    Prefeito · Camaçari (BA)
    PODE 19· centro-direita· na urna, Mauricio de Tude
    não eleito48.610 votos, 43,1%
  4. 2008
    Vereador · Camaçari (BA)
    PODE 19678· centro-direita
    suplente1.436 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Mauricio Bacelar teve 7.019 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 146º lugar entre 576 candidatos.

Recebeu votos em 157 cidades. Camaçari deu 54,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,2%.

7.019 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 7.019 votos.
  1. Camaçari (BA)3.796 votos54,1%
  2. Salvador (BA)988 votos14,1%
  3. Vitória da Conquista (BA)380 votos5,4%
  4. Jaguaquara (BA)208 votos3%
  5. Dias D'ávila (BA)166 votos2,4%
  6. Outras 142 cidades755 votos10,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Mauricio Bacelar declarou R$ 2,8 mi em bens, em reais de hoje: 33 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2018, o total subiu R$ 1,9 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 100 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 2,8 mi
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.861.135 na declaração)

Declarou 33 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual na Bahia em 2018.

  • Mauricio BacelarR$ 2,8 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 85,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,3 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 2,8 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. #Nulo#R$ 791,4 mil
    Apartamento
  2. #Nulo#R$ 742,5 mil
    Outros bens e direitos
  3. #Nulo#R$ 651,7 mil
    Outros bens e direitos
  4. #Nulo#R$ 532,7 mil
    Outros bens e direitos
  5. #Nulo#R$ 114,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. #Nulo#R$ 78
    Conta corrente no país
  7. #Nulo#R$ 2
    Quotas ou quinhões de capital
  8. #Nulo#R$ 2
    Quotas ou quinhões de capital

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Mauricio Bacelar declarou ao TSE R$ 1,9 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 1,7 milhão.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · Bahia · PODE · suplente

De onde veio

R$ 70,1 mil
0% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 70,1 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 60,7 mil86,6%
  2. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 6.0328,6%
  3. VaquinhaR$ 3.3934,8%

Para onde foi

R$ 63,9 mil
O maior gasto foi com material impresso: 51% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 63,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. ServiçosTudo de Siscon Sistemas Contabeis De Camacari EireliR$ 15,1 mil23,6%
  2. Pessoal11 pessoas, não nomeadasR$ 13,3 mil20,8%
  3. InternetR$ 1.5082,4%
  4. EscritórioR$ 1.2241,9%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Bahia, 2018

Mediana da disputa: R$ 21,2 por voto. Quem venceu, Eduardo Salles, gastou R$ 6,36 por voto. O voto mais caro custou R$ 804; o mais barato, R$ 6,36.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 110 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 28 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.