Apuração
Vereador · 2016 · PP

Mauricio da Cor e Tom

Mauricio Henrique Martins · nasceu em 1967

Mauricio da Cor e Tom se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,18← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2006PSB2008PSB2016PP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSB (2006–2008), PP (2016).

Dep. federalVereadorPartidoPSBPP200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 48 anos, ensino médio, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Itabira (MG)
    PP 11011· direita
    suplente
  2. 2008
    Vereador · Itabira (MG)
    PSB 40123· centro-esquerda
    não eleito
  3. 2006
    Deputado federal · Minas Gerais
    PSB 4066· centro-esquerda
    suplente3.110 votos; 210º mais votado de 528 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Mauricio da Cor e Tom teve 3.110 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 210º lugar entre 528 candidatos.

Recebeu votos em 103 cidades. Itabira deu 80,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,8%.

3.110 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 3.110 votos.
  1. Itabira (MG)2.512 votos80,8%
  2. Santa Maria de Itabira (MG)109 votos3,5%
  3. Belo Horizonte (MG)92 votos3%
  4. Santo Antônio do Jacinto (MG)25 votos0,8%
  5. Minas Novas (MG)19 votos0,6%
  6. Outras 88 cidades223 votos7,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Mauricio da Cor e Tom declarou R$ 111,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2006 e 2008, o total caiu R$ 746,9 mil, já descontada a inflação.

Em 2016, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 25 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 111,5 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 41.338 na declaração)

Declarou 2,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.

  • Mauricio da Cor e TomR$ 111,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 111,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Mauricio da Cor e Tom declarou ao TSE R$ 113 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 64 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Itabira (MG) · PP · suplente

De onde veio

R$ 12,1 mil
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,1 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 8.06466,5%
  2. PessoasR$ 3.40028%
  3. Outros candidatosR$ 6705,5%

Para onde foi

R$ 12,1 mil
O maior gasto foi com material impresso: 46% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,1 mil.
  1. Material impressoR$ 5.58146%
  2. TransporteR$ 3.71630,6%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 1.86215,3%
  4. ServiçosR$ 9728%

Quanto custou cada voto: vereador, Itabira (MG), 2016

Mediana da disputa: R$ 33,5 por voto. Quem venceu, Rodrigo Diguerê, gastou R$ 20,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 50,3; o mais barato, R$ 20,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 30% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado federal: 85 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.