Mauricio da Cor e Tom
Mauricio Henrique Martins · nasceu em 1967
Mauricio da Cor e Tom se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSB (2006–2008), PP (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 48 anos, ensino médio, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2008
- 2006Deputado federal · Minas GeraisPSB 4066· centro-esquerdasuplente3.110 votos; 210º mais votado de 528 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Mauricio da Cor e Tom teve 3.110 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 210º lugar entre 528 candidatos.
Recebeu votos em 103 cidades. Itabira deu 80,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Mauricio da Cor e Tom declarou R$ 111,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2006 e 2008, o total caiu R$ 746,9 mil, já descontada a inflação.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou 2,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2008.
- Mauricio da Cor e TomR$ 111,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 53,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 111,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Mauricio da Cor e Tom declarou ao TSE R$ 113 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 64 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Itabira (MG) · PP · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 8.06466,5%
- PessoasR$ 3.40028%
- Outros candidatosR$ 6705,5%
Para onde foi
- Material impressoR$ 5.58146%
- TransporteR$ 3.71630,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 1.86215,3%
- ServiçosR$ 9728%
Quanto custou cada voto: vereador, Itabira (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 33,5 por voto. Quem venceu, Rodrigo Diguerê, gastou R$ 20,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 50,3; o mais barato, R$ 20,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Paulo Soares Do Metabase REPUBLICANOSR$ 64 mil · 1.279 votosR$ 50,3
- Sueliton Sousa SOLIDARIEDADER$ 46 mil · 1.012 votosR$ 45,2
- Marcela PLR$ 29 mil · 681 votosR$ 41,9
- Carlin Sacolão Filho PODER$ 51 mil · 1.267 votosR$ 40,3
- Weverton Julio Nenzinho MOBILIZAR$ 32 mil · 878 votosR$ 36,2
- João Grande PODER$ 30 mil · 846 votosR$ 35,4
- Neidson PPR$ 59 mil · 1.750 votosR$ 33,5
- André Viana PODER$ 35 mil · 1.120 votosR$ 31,6
- Thiago Reis PHSR$ 24 mil · 786 votosR$ 29,9
- Ilton Magalhães PLR$ 26 mil · 874 votosR$ 29,3
- Solimar SOLIDARIEDADER$ 28 mil · 1.099 votosR$ 25,9
- Rodrigo Diguerê PVR$ 35 mil · 1.710 votosR$ 20,6
Votos por real
- 2016, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 30% da mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 85 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.