Apuração
Deputada estadual · 2026 · PT

Maura de Bibi

Maura Cecilia Santos · nasceu em 1971

Maura de Bibi se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2026, e foi eleita em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPT−0,08← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2008PDT2012PDT2016PDT2020REPUBLICANOS2026PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2008.

Passou por 4 partidos: DEM (2004), PDT (2008–2016), REPUBLICANOS (2020), PT (2026).

Dep. estadualVereadoraPartidoDEMPDTREPUBLICANOSPT’04’06’08’10’12’14’16’18’20’22’24’26
eleitasuplente ou vicenão eleitanão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputada estadual, 2026, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2026: 55 anos, superior incompleto, professor de ensino fundamental, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2026
    Deputada estadual · Sergipe
    PT 13800· esquerda
    candidatura não chegou à urna
  2. 2020
    REPUBLICANOS 10456· direita
    suplente133 votos
  3. 2016
    PDT 12000· centro-esquerda· na urna, Maura
    suplente
  4. 2012
    PDT 12000· centro-esquerda· na urna, Maura
    suplente195 votos
  5. 2008
    PDT 12000· centro-esquerda· na urna, Maura
    eleita257 votos
  6. 2004
    DEM 25678· direita· na urna, Maura
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Maura de Bibi declarou ao TSE R$ 80 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2026, para deputada estadual: R$ 67 mil, 98% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2026 · Deputada estadual · Sergipe · PT · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 66,5 mil
98% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 66,5 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido Dos Trabalhadores - Brasil - Br - NacionalR$ 65,5 mil98,5%
  2. PessoasR$ 1.0001,5%

Para onde foi

R$ 29 mil
O maior gasto foi com serviços: 100% do total. Em reais de hoje.

As contas de 2026 ainda não são finais: o TSE segue recebendo as prestações de contas.

Quanto custou cada voto: deputada estadual, Sergipe, 2026

Mediana da disputa: R$ 19,9 por voto. Quem venceu, Zezinho Sobral, gastou R$ 7,40 por voto. O voto mais caro custou R$ 499; o mais barato, R$ 7,40.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, vereadora: 45 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
  • 2016, vereadora: 81 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereadora: 64 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereadora: 46 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.