Apuração
Vereador · 2020 · PP

Mateus Balsamão

Mateus Gabriel Balsamão da Silva · nasceu em 2000

Mateus Balsamão disputou uma eleição, em 2020, para vereador (General Salgado (SP)), pelo PP: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPP+0,64← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPP2020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 20 anos, superior incompleto, cor preta. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PP 11011· direita
    suplente108 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2020, Mateus Balsamão declarou ao TSE R$ 170 em receitas, em reais de hoje.

2020 · Vereador · General Salgado (SP) · PP · suplente

De onde veio

R$ 170
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

Nada declarado em 2020.

Quanto custou cada voto: vereador, General Salgado (SP), 2020

Mediana da disputa: R$ 6,96 por voto. Quem venceu, Thiago Da Farmacia, gastou R$ 2,50 por voto. O voto mais caro custou R$ 81,9; o mais barato, R$ 2,50.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 3 sem gasto declarado.

Ver em tabela

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.