Marcos Brexa
Marcos Antonio Gomes de Andrade · nasceu em 1952
Marcos Brexa se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 3 partidos: PHS (2004–2008), PT (2012), PATRIOTA (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 64 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Marcos Brexa declarou R$ 162,5 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 129,6 mil acima da inflação.
Mais da metade (57%) dos candidatos a vereador em Pernambuco não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Marcos Brexa declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 16 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Paulista (PE) · PATRIOTA · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Paulista (PE), 2016
Mediana da disputa: R$ 16,1 por voto. Quem venceu, Dr. Vinicius Campos, gastou R$ 8,28 por voto. O voto mais caro custou R$ 27,8; o mais barato, R$ 8,28.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Camelo PVR$ 51 mil · 1.826 votosR$ 27,8
- Jesus PC do BR$ 29 mil · 1.198 votosR$ 24,2
- Eudes Farias DCR$ 48 mil · 2.205 votosR$ 21,6
- Fábio Barros PSBR$ 49 mil · 2.640 votosR$ 18,6
- Edmilson Do Pagode PSDR$ 31 mil · 1.707 votosR$ 18,3
- Tonico PC do BR$ 45 mil · 2.600 votosR$ 17,3
- Carlos Francisco DCR$ 26 mil · 1.626 votosR$ 16,1
- Kennyo Miguel DEMR$ 24 mil · 1.913 votosR$ 12,7
- João Mendonça PRTBR$ 25 mil · 2.062 votosR$ 12,2
- Alemão PSDBR$ 47 mil · 4.546 votosR$ 10,4
- Irmã Iolanda PSBR$ 41 mil · 4.446 votosR$ 9,29
- Dr. Vinicius Campos SOLIDARIEDADER$ 35 mil · 4.204 votosR$ 8,28
Votos por real
- 2016, vereador: 276 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 91 votos por R$ 1.000, 78% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 421 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.