Marta da Saúde
Marta dos Santos Secco · nasceu em 1989
Marta da Saúde disputou uma eleição, em 2016, para vereadora (Arvorezinha (RS)), pelo PSDB: suplente.
Centro-direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 27 anos, ensino médio, dona de casa, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Marta da Saúde declarou R$ 133,6 mil em bens, em reais de hoje: 1,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 1,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Marta da SaúdeR$ 133,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Marta da Saúde declarou ao TSE R$ 2,1 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereadora · Arvorezinha (RS) · PSDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.61976,9%
- PessoasR$ 48623,1%
Para onde foi
- Material impressoR$ 93144,2%
- TransporteR$ 68832,7%
- ServiçosR$ 48623,1%
Quanto custou cada voto: vereadora, Arvorezinha (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 20,4 por voto. Quem venceu, Dani Lima, gastou R$ 8,30 por voto. O voto mais caro custou R$ 134; o mais barato, R$ 8,30.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Leonir Comin PDTR$ 4,4 mil · 33 votosR$ 134
- Denize Dreon PPR$ 5 mil · 118 votosR$ 42,4
- Simone Do Hospital PDTR$ 6,7 mil · 166 votosR$ 40,4
- Beto Gehlen PDTR$ 5,1 mil · 166 votosR$ 30,8
- Jaime T. Borsatto PPR$ 12 mil · 407 votosR$ 28,9
- Maurício S. Camargo PPR$ 6,3 mil · 234 votosR$ 26,9
- Leila Zanella PDTR$ 4,6 mil · 226 votosR$ 20,4
- Tiago S. Fornari PPR$ 9,7 mil · 484 votosR$ 20
- Sueli L. Giordani PPR$ 6,6 mil · 375 votosR$ 17,5
- Fabinho PPR$ 5,5 mil · 365 votosR$ 14,9
- Dorlan Ferreira PDTR$ 4,8 mil · 414 votosR$ 11,5
- Dani Lima PPR$ 5 mil · 603 votosR$ 8,30
Votos por real
- 2016, vereadora: 90 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.