Marquinhos
José Marcos Dias Di Lauro · nasceu em 1969
Marquinhos se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PL (2004), PDT (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, não eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 39 anos, até o fundamental, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Marquinhos declarou R$ 75,5 mil em bens, em reais de hoje: 1,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia.
Declarou 1,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2008.
- MarquinhosR$ 75,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 40,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Marquinhos declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Barra do Choça (BA) · PDT · não eleito
De onde veio
- PessoasR$ 4.08367,4%
- Próprio bolsoR$ 1.97632,6%
Para onde foi
- OutrosR$ 5.42289,5%
- Material impressoR$ 5358,8%
- EscritórioR$ 1021,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Barra do Choça (BA), 2008
Mediana da disputa: R$ 24,8 por voto. Quem venceu, Jay Fernandes, gastou R$ 13 por voto. O voto mais caro custou R$ 251; o mais barato, R$ 13.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Siló DEMR$ 17 mil · 66 votosR$ 251
- Joaquim Bento PSBR$ 19 mil · 481 votosR$ 40,2
- Nascimento PPR$ 24 mil · 654 votosR$ 37
- Jove PDTR$ 15 mil · 420 votosR$ 36,1
- Pedrinho PC do BR$ 22 mil · 663 votosR$ 32,8
- Gil PC do BR$ 12 mil · 382 votosR$ 30,9
- Mirim PDTR$ 13 mil · 541 votosR$ 24,8
- Ailton PPR$ 14 mil · 685 votosR$ 20,8
- Jorge Amorim PVR$ 14 mil · 725 votosR$ 18,6
- Deme Melo PPR$ 26 mil · 1.379 votosR$ 18,5
- Naelton De Nai PRPR$ 10 mil · 662 votosR$ 15,5
- Jay Fernandes PPR$ 16 mil · 1.225 votosR$ 13
Votos por real
- 2008, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 73 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.