Marquinhos
Marcos Martins Santos · nasceu em 1975
Marquinhos se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 3 partidos: PDT (2004–2012), REPUBLICANOS (2016), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 45 anos, ensino médio, diretor de empresas, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marquinhos declarou R$ 7.182 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 73,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2020.
- MarquinhosR$ 7.182
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 90,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Marquinhos declarou ao TSE R$ 27 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 14 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Inhambupe (BA) · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Inhambupe (BA), 2020
Mediana da disputa: R$ 3,52 por voto. Quem venceu, Edilson Rocha, gastou R$ 2,00 por voto. O voto mais caro custou R$ 109; o mais barato, R$ 2,00.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Joelice Cruz MDBR$ 8,5 mil · 78 votosR$ 109
- Cabeludo De Ze De Zica MDBR$ 16 mil · 906 votosR$ 17,3
- Dai O Amigo Do Povo MDBR$ 3,1 mil · 265 votosR$ 11,7
- Cida Da Cajá PROSR$ 1,4 mil · 222 votosR$ 6,37
- Professor Ednilson PROSR$ 2,7 mil · 589 votosR$ 4,57
- Jeovan De Zezitinho PSDR$ 5,9 mil · 1.376 votosR$ 4,31
- Fabricio Mateus PSDR$ 1,7 mil · 478 votosR$ 3,52
- Jardiel Alarcon PSDR$ 2,1 mil · 692 votosR$ 3,07
- Irmão Gleibson Luiz PODER$ 1,5 mil · 550 votosR$ 2,66
- Marcelo Da Lotérica PROSR$ 1,4 mil · 549 votosR$ 2,59
- Pai Uelson MDBR$ 1,5 mil · 638 votosR$ 2,31
- Edilson Rocha PSDR$ 2,4 mil · 1.183 votosR$ 2,00
Votos por real
- 2016, vereador: 353 votos por R$ 1.000, 8 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 41 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 35 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.