Marquinhos Cavalari
Marcos Roberto Cavalari · nasceu em 1969
Marquinhos Cavalari se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 2.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2012.
Passou por 2 partidos: PHS (2004–2016), CIDADANIA (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 51 anos, superior completo, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marquinhos Cavalari declarou R$ 133,9 mil em bens, em reais de hoje: 4,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 80,4 mil, já descontada a inflação.
Declarou 4,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2020.
- Marquinhos CavalariR$ 133,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 28,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 143,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 7 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- imobiliarioR$ 63,2 milFundo de Investimento Imobiliário
- area de terras de 237R$ 50,3 milTerreno rural
- 33,34% de um lote de 360m2 contendo uma casa de alvenariaR$ 12 milTerreno
- saldo conta correnteR$ 7.590Outros bens e direitos
- poupanca caixa economicaR$ 764Caderneta de poupança
- poupanca ouroR$ 55Caderneta de poupança
- vgblR$ 16Previdência VGBL
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Marquinhos Cavalari declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 6,6 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Astorga (PR) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.52857,3%
- Outros candidatosR$ 1.13842,7%
Para onde foi
- PessoalR$ 1.41592,6%
- Material impressoR$ 1137,4%
Quanto custou cada voto: vereador, Astorga (PR), 2020
Mediana da disputa: R$ 38 por voto. Quem venceu, Tom De Carli, gastou R$ 16,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 182; o mais barato, R$ 16,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Adriana Prescendo SOLIDARIEDADER$ 6,4 mil · 35 votosR$ 182
- Jair Da Silva Costa PTBR$ 9 mil · 108 votosR$ 83,7
- Jean Biazi SOLIDARIEDADER$ 16 mil · 208 votosR$ 76,9
- Mauricio Juliani PSLR$ 7,7 mil · 158 votosR$ 49
- Betteti PSLR$ 7,2 mil · 176 votosR$ 41
- João Carlos Passari PTR$ 6,6 mil · 169 votosR$ 38,8
- Joe Mitsuro PSLR$ 13 mil · 352 votosR$ 38
- Zé Paixão PTBR$ 6,8 mil · 195 votosR$ 34,7
- Professor Serginho PTBR$ 9,5 mil · 328 votosR$ 28,9
- Mi Pintor CIDADANIAR$ 11 mil · 402 votosR$ 26,6
- Bia Barcellos PSLR$ 9,5 mil · 412 votosR$ 23,2
- Tom De Carli PSLR$ 6,9 mil · 428 votosR$ 16,2
Votos por real
- 2020, vereador: 82 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 111 votos por R$ 1.000, 4,6 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.