Marquinho Pacato
Antonio Marcos Santos da Silva · nasceu em 1971
Marquinho Pacato se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 2 partidos: MDB (2016), PRTB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 49 anos, até o fundamental, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marquinho Pacato declarou R$ 287,3 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 183,9 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Marquinho Pacato declarou ao TSE R$ 9,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 7,9 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Carapebus (RJ) · PRTB · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 1.23189,7%
- PartidoR$ 14210,3%
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Carapebus (RJ), 2020
Mediana da disputa: R$ 16,5 por voto. Quem venceu, Kelver Jj, gastou R$ 1,49 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.011; o mais barato, R$ 1,49.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados e 1 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Torrem Barbosa CIDADANIAR$ 21 mil · 21 votosR$ 1.011
- Áureo Morais DCR$ 1 mil · 11 votosR$ 95,2
- Borginho CIDADANIAR$ 7,1 mil · 162 votosR$ 43,7
- Tuti AVANTER$ 5,7 mil · 275 votosR$ 20,7
- Chico Braga SOLIDARIEDADER$ 354 · 18 votosR$ 19,7
- Fabio Costa REPUBLICANOSR$ 2,8 mil · 172 votosR$ 16,5
- Alencar PRTBR$ 849 · 61 votosR$ 13,9
- Mateus Didinho PPR$ 778 · 109 votosR$ 7,14
- Marcelo Mourao SOLIDARIEDADER$ 425 · 194 votosR$ 2,19
- Kelver Jj PPR$ 637 · 428 votosR$ 1,49
Votos por real
- 2016, vereador: 66 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.