Marquinho Jorge
Antonio Marcos Jorge · nasceu em 1956
Marquinho Jorge se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 60 anos, superior completo, odontólogo, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Marquinho Jorge declarou R$ 99,1 mil em bens, em reais de hoje: 3,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 56 mil acima da inflação.
Declarou 3,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Marquinho JorgeR$ 99,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Marquinho Jorge declarou ao TSE R$ 3,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 2,1 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Campos Gerais (MG) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.94392,1%
- Outros candidatosR$ 1677,9%
Para onde foi
- ServiçosR$ 1.94392,1%
- Material impressoR$ 1677,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Campos Gerais (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 10,8 por voto. Quem venceu, Foca, gastou R$ 4,28 por voto. O voto mais caro custou R$ 30,5; o mais barato, R$ 4,28.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Maria Rocha PLR$ 7,3 mil · 239 votosR$ 30,5
- Evanise MDBR$ 4,2 mil · 208 votosR$ 20,2
- Claudinho Advogado PVR$ 4,8 mil · 261 votosR$ 18,3
- Eduardo Furbeta PSLR$ 4,7 mil · 292 votosR$ 16,1
- Raquel Da Farmacia REPUBLICANOSR$ 3,5 mil · 284 votosR$ 12,5
- Nicodemos PSDR$ 4,1 mil · 343 votosR$ 11,9
- Glauco Rabelo PSLR$ 4 mil · 376 votosR$ 10,8
- Galo PTBR$ 11 mil · 1.077 votosR$ 10,5
- Lazaro Da Fortaleza PSDR$ 3,6 mil · 459 votosR$ 7,91
- Alex Di Craque PSDBR$ 3,3 mil · 420 votosR$ 7,88
- Teia Carteiro PSDR$ 4,7 mil · 784 votosR$ 5,95
- Foca PLR$ 4,6 mil · 1.068 votosR$ 4,28
Votos por real
- 2016, vereador: 184 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 340 votos por R$ 1.000, 7,8 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 431 votos por R$ 1.000, 8,8 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 415 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.