Marquinho do Pepê e Gabriel
Marcos Antônio Saraiva Pereira · nasceu em 1969
Marquinho do Pepê e Gabriel se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSB (2012), PDT (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 46 anos, ensino médio, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012Vereador · Nova Friburgo (RJ)PSB 40240· centro-esquerda· na urna, Marcos Antônio Saraiva Pereirasuplente893 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Marquinho do Pepê e Gabriel declarou R$ 391,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 175,6 mil acima da inflação.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2016.
Os 7 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Emprestimo concedido a m antonio saraiva pereira mercearia…R$ 162,5 milCrédito decorrente de empréstimo
- Automovel hyunday veloster ano 2013R$ 97,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Camioneta fiat strada working ano 2014R$ 51 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Quotas capital firma m antonio sqaraiva pereira CNPJ…R$ 32,5 milQuotas ou quinhões de capital
- Terreno sito av d pedro iR$ 20,1 milTerreno
- Casa a rua robert schumanR$ 19,5 milCasa
- DisponibilidadesR$ 8.123Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Marquinho do Pepê e Gabriel declarou ao TSE R$ 48 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 31 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Nova Friburgo (RJ) · PDT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 10,6 mil62,7%
- Próprio bolsoR$ 4.85828,7%
- Outros candidatosR$ 1.4548,6%
Para onde foi
- Material impressoR$ 13 mil77,4%
- PessoalR$ 1.6199,7%
- TransporteR$ 1.0746,4%
- ServiçosR$ 5943,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 5053%
Quanto custou cada voto: vereador, Nova Friburgo (RJ), 2016
Mediana da disputa: R$ 23,8 por voto. Quem venceu, Alcir Fonseca, gastou R$ 12,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 99,5; o mais barato, R$ 12,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ricardinho PLR$ 48 mil · 484 votosR$ 99,5
- Luciano MDBR$ 56 mil · 740 votosR$ 75,5
- Isaque Demani MDBR$ 42 mil · 1.588 votosR$ 26,1
- Marcos Marins PPR$ 28 mil · 1.085 votosR$ 26
- Nami Nassif PHSR$ 37 mil · 1.455 votosR$ 25,2
- Christiano Huguenin MDBR$ 43 mil · 1.783 votosR$ 24
- Marcelo Verly PSDBR$ 26 mil · 1.085 votosR$ 23,8
- Alexandre Cruz CIDADANIAR$ 26 mil · 1.212 votosR$ 21,5
- Professor Pierre PSOLR$ 41 mil · 2.013 votosR$ 20,2
- Vanderleia Abrace Essa Ideia DEMR$ 32 mil · 1.801 votosR$ 17,6
- Márcio Damazio DEMR$ 28 mil · 2.026 votosR$ 14
- Alcir Fonseca PPR$ 31 mil · 2.438 votosR$ 12,5
Votos por real
- 2016, vereador: 73 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.