Marquinhos do Olegário
Antônio Marcos de Lima · nasceu em 1969
Marquinhos do Olegário se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 2.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 51 anos, até o fundamental, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marquinhos do Olegário declarou R$ 83,1 mil em bens, em reais de hoje: 3,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 11,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 3,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- Marquinhos do OlegárioR$ 83,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Marquinhos do Olegário declarou ao TSE R$ 9,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 7,9 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Piranguinho (MG) · PT · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Piranguinho (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 2,62 por voto. Quem venceu, Andrea Mota, gastou R$ 1,43 por voto. O voto mais caro custou R$ 14,2; o mais barato, R$ 1,43.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Graça Fernandes Professora PSDBR$ 212 · 15 votosR$ 14,2
- Ronaldinho DEMR$ 1,4 mil · 199 votosR$ 7,11
- Ricardo Motorista PSDBR$ 708 · 164 votosR$ 4,31
- Elena DEMR$ 212 · 54 votosR$ 3,93
- Gomes Do Salão DEMR$ 425 · 124 votosR$ 3,42
- Patricia Do Jornal O Aperetivo PSLR$ 212 · 74 votosR$ 2,87
- Grazi Do Psf PSLR$ 212 · 81 votosR$ 2,62
- Lucas Motta PSLR$ 425 · 168 votosR$ 2,53
- Elias Do Capote DEMR$ 283 · 128 votosR$ 2,21
- Ronildo Do Posto De Saúde DEMR$ 566 · 303 votosR$ 1,87
- Daniela Da Saúde DEMR$ 410 · 271 votosR$ 1,51
- Andrea Mota DEMR$ 396 · 278 votosR$ 1,43
Votos por real
- 2012, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 316 votos por R$ 1.000, 7,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.