Marquinho do Foto
Marcos Gurgel Barboza · nasceu em 1961
Marquinho do Foto se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo DEM.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 55 anos, até o fundamental, taxista, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Marquinho do Foto declarou R$ 81,6 mil em bens, em reais de hoje: 2,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 50,9 mil acima da inflação.
Declarou 2,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Marquinho do FotoR$ 81,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Marquinho do Foto declarou ao TSE R$ 920 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 477.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Tiros (MG) · DEM · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 24354,7%
- Próprio bolsoR$ 20145,3%
Para onde foi
- ServiçosR$ 24354,7%
- EscritórioR$ 10423,4%
- Material impressoR$ 9721,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Tiros (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 21,5 por voto. Quem venceu, Lado, gastou R$ 12,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 130; o mais barato, R$ 12,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Geraldo Despachante PTR$ 11 mil · 87 votosR$ 130
- Nilson Cosmo Da Silva DEMR$ 6,2 mil · 50 votosR$ 125
- Claudia Da Informatica MDBR$ 4,6 mil · 140 votosR$ 33
- Jose Dos Reis DEMR$ 5,2 mil · 161 votosR$ 32,3
- Reginaldo Ratinho MDBR$ 7,5 mil · 280 votosR$ 26,9
- Ivan DEMR$ 6,4 mil · 296 votosR$ 21,6
- Joao Do Adelino MDBR$ 4,9 mil · 227 votosR$ 21,5
- Ze Mario DEMR$ 5,7 mil · 282 votosR$ 20,4
- Elias Do Dinho MDBR$ 5,1 mil · 268 votosR$ 19
- Geraldinho Dilo DEMR$ 5 mil · 279 votosR$ 17,7
- Marcos Do Doni PSDBR$ 6,3 mil · 473 votosR$ 13,2
- Lado MDBR$ 5,1 mil · 405 votosR$ 12,6
Votos por real
- 2016, vereador: 75 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 74 votos por R$ 1.000, 4,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.