Apuração
Vereador · 2020 · PL

Marquinho de Diu

Marcos Aurelio Pires da Silva · nasceu em 1973

Marquinho de Diu se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,48← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PSC2016PTB2020PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PSC (2012), PTB (2016), PL (2020).

VereadorPartidoPSCPTBPL20122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 46 anos, até o fundamental, comerciante, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PL 22000· direita
    suplente
  2. 2016
    PTB 14000· centro-direita· na urna, Marquinhos de Diu
    suplente220 votos
  3. 2012
    PSC 20000· direita· na urna, Marquinhos de Diu
    suplente247 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Marquinho de Diu declarou ao TSE R$ 24 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 18 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Conceição do Almeida (BA) · PTB · suplente

De onde veio

R$ 5.706
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.706.
  1. PessoasR$ 4.85885,1%
  2. Outros candidatosR$ 5088,9%
  3. Próprio bolsoR$ 3406%

Para onde foi

R$ 5.706
O maior gasto foi com serviços: 57% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.706.
  1. ServiçosR$ 3.24056,8%
  2. TransporteR$ 1.61928,4%
  3. Material impressoR$ 76813,5%
  4. EscritórioR$ 791,4%

Quanto custou cada voto: vereador, Conceição do Almeida (BA), 2016

Marquinhos De Diu: R$ 25,9 por voto (mediana da disputa, R$ 37,2). Quem venceu, Dio Neiva, gastou R$ 8,89 por voto. O voto mais caro custou R$ 288; o mais barato, R$ 8,89.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marquinhos De Diu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Toinho De Pepita PRPR$ 4 mil · 14 votosR$ 288
  • Gordo De Deus PTR$ 4,7 mil · 40 votosR$ 117
  • Jean De Diu PROSR$ 4,4 mil · 38 votosR$ 115
  • Dolfo Coni PTR$ 17 mil · 269 votosR$ 63,7
  • Nem Gretti PRPR$ 4,4 mil · 88 votosR$ 50,2
  • Thiago Borges PTR$ 8,1 mil · 218 votosR$ 37,2
  • Bidão PATRIOTAR$ 11 mil · 302 votosR$ 37,2
  • Lelel Cabeleireiro PRTBR$ 4,2 mil · 115 votosR$ 36,5
  • Marquinhos De Diu PTBR$ 5,7 mil · 220 votosR$ 25,9
  • Sandro De Uzêda PSBR$ 5,1 mil · 312 votosR$ 16,4
  • Gal PSDR$ 6 mil · 608 votosR$ 9,95
  • Dio Neiva PRTBR$ 5,3 mil · 594 votosR$ 8,89

Votos por real

  • 2016, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.