Marquinho da Nassama
Marcos Antonio Rosa da Silva · nasceu em 1991
Marquinho da Nassama disputou uma eleição, em 2016, para vereador (Atalaia (PR)), pelo PSD: suplente.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 25 anos, ensino médio, trabalhador de fabricação de roupas, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Marquinho da Nassama declarou R$ 144,6 mil em bens, em reais de hoje: 3,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Paraná.
Declarou 3,4 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2016.
- Marquinho da NassamaR$ 144,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 42,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 170,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Marquinho da Nassama declarou ao TSE R$ 2,6 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Atalaia (PR) · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
- TransporteR$ 1.47557,1%
- Material impressoR$ 59723,1%
- ServiçosR$ 48618,8%
- EscritórioR$ 240,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Atalaia (PR), 2016
Mediana da disputa: R$ 33,1 por voto. Quem venceu, Eduardo Borges, gastou R$ 17,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 123; o mais barato, R$ 17,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Val Lunas PDTR$ 3,8 mil · 31 votosR$ 123
- Guigo Bolonha PDTR$ 3,7 mil · 66 votosR$ 56,5
- Fabinho Pavinati PLR$ 5,3 mil · 102 votosR$ 52,2
- Paulinho Gilio PPR$ 3,3 mil · 67 votosR$ 49,1
- Rurik Eufrazio PSDR$ 3,3 mil · 80 votosR$ 41,4
- Carmo Ivo PSDR$ 3,3 mil · 94 votosR$ 35,5
- Toninho Amaral MDBR$ 4,8 mil · 144 votosR$ 33,1
- Kal PLR$ 4,3 mil · 149 votosR$ 28,7
- Brena PDTR$ 5,1 mil · 200 votosR$ 25,7
- Zezinho Da Pirapó PSDBR$ 5,6 mil · 226 votosR$ 24,6
- Bilico PSDR$ 3,8 mil · 193 votosR$ 19,6
- Eduardo Borges PDTR$ 3,7 mil · 215 votosR$ 17,4
Votos por real
- 2016, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.