Marquim Morais
Marcos Antonio Morais · nasceu em 1970
Marquim Morais se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: DEM (2008), PP (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 45 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Marquim Morais declarou R$ 8.123 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 513,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 28% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Marquim MoraisR$ 8.123
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Marquim Morais declarou ao TSE R$ 24 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 13 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Itamarandiba (MG) · PP · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.78188,7%
- PessoasR$ 22711,3%
Para onde foi
- ServiçosR$ 95547,8%
- Material impressoR$ 80240,1%
- Rádio, TV e vídeoR$ 24312,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Itamarandiba (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 35,5 por voto. Quem venceu, Ciderley Do Celular, gastou R$ 20,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 81,7; o mais barato, R$ 20,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Onofre Da Joana (Nofrão) PTR$ 9,1 mil · 111 votosR$ 81,7
- Mauro Porto PPR$ 10 mil · 158 votosR$ 65,8
- Luciana Piovezan AVANTER$ 13 mil · 250 votosR$ 53,5
- Edair SOLIDARIEDADER$ 9,9 mil · 200 votosR$ 49,3
- Valdessi Pikar PPR$ 8,9 mil · 215 votosR$ 41,3
- Daniel Barra SOLIDARIEDADER$ 11 mil · 278 votosR$ 37,9
- Marlene Moreira AVANTER$ 15 mil · 409 votosR$ 35,5
- Heli Nunes PROSR$ 10 mil · 321 votosR$ 32,4
- Ney Barrela AVANTER$ 9,5 mil · 313 votosR$ 30,4
- Eduardo Moreira PSDBR$ 12 mil · 453 votosR$ 26,2
- Douglas Gandra PPR$ 15 mil · 676 votosR$ 22,8
- Ciderley Do Celular PTR$ 10 mil · 501 votosR$ 20,2
Votos por real
- 2016, vereador: 32 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.