Marly Torres
nasceu em 1959
Marly Torres se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleita em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2008.
Passou por 2 partidos: PDT (2004), PSL (2008–2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 53 anos, ensino médio. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Marly Torres declarou R$ 15,3 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 47% da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.
- Marly TorresR$ 15,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Marly Torres declarou ao TSE R$ 7,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 6,8 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereadora · Carlos Chagas (MG) · PSL · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 4.33263,8%
- Próprio bolsoR$ 2.45936,2%
Para onde foi
- TransporteR$ 4.33263,8%
- Material impressoR$ 1.80926,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 6509,6%
Quanto custou cada voto: vereadora, Carlos Chagas (MG), 2012
Mediana da disputa: R$ 94,2 por voto. Quem venceu, Luizão Da Rio Doce, gastou R$ 31 por voto. O voto mais caro custou R$ 764; o mais barato, R$ 31.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luziene Barros CIDADANIAR$ 20 mil · 26 votosR$ 764
- Norival Do Gas PVR$ 16 mil · 39 votosR$ 407
- Nilta PTBR$ 16 mil · 110 votosR$ 146
- Rodrigo Fuba CIDADANIAR$ 24 mil · 175 votosR$ 138
- Lolô PTBR$ 20 mil · 146 votosR$ 136
- Edivaldo Matias PSDBR$ 30 mil · 259 votosR$ 117
- Dimas Cascudo PVR$ 18 mil · 188 votosR$ 94,2
- Rigleia Piaba PVR$ 18 mil · 199 votosR$ 89,5
- Jair PLR$ 16 mil · 267 votosR$ 58,8
- Bombom PDTR$ 17 mil · 302 votosR$ 57
- Nonô Da Retro CIDADANIAR$ 19 mil · 420 votosR$ 44,4
- Luizão Da Rio Doce PSBR$ 16 mil · 532 votosR$ 31
Votos por real
- 2012, vereadora: 28 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 411 votos por R$ 1.000, 9,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.