Marly da Ração
Marly Barbosa dos Santos · nasceu em 1971
Marly da Ração se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleita em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 45 anos, até o fundamental, servidor público municipal, cor amarela. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Marly da Ração declarou R$ 251,8 mil em bens, em reais de hoje: 31 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 199,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 31 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Paraíba em 2016.
- Marly da RaçãoR$ 251,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 8.123
- Mediana dos eleitosR$ 56,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Marly da Ração declarou ao TSE R$ 1,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereadora: R$ 942.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Casserengue (PB) · PSDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 69681,1%
- PessoasR$ 16218,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 64076,4%
- OutrosR$ 16219,3%
- EscritórioR$ 364,3%
Quanto custou cada voto: vereadora, Casserengue (PB), 2016
Mediana da disputa: R$ 14 por voto. Quem venceu, Vanderlan Miranda, gastou R$ 7,36 por voto. O voto mais caro custou R$ 37,3; o mais barato, R$ 7,36.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nininho Do Frango PSDBR$ 2,1 mil · 57 votosR$ 37,3
- Claudinha DEMR$ 2,3 mil · 71 votosR$ 33
- Suenya Rosa PSBR$ 9,3 mil · 285 votosR$ 32,6
- Genario PSDBR$ 3 mil · 189 votosR$ 16,1
- Boanerges PSDBR$ 2,7 mil · 175 votosR$ 15,5
- Junior Neixa MDBR$ 2,8 mil · 196 votosR$ 14
- Pedro Herminio PSLR$ 1,8 mil · 129 votosR$ 14
- Gilson De Gisele REPUBLICANOSR$ 2,2 mil · 183 votosR$ 12,2
- Pereira De Lucemar MDBR$ 2,7 mil · 228 votosR$ 12
- Suenia De Orlando PSBR$ 2,2 mil · 206 votosR$ 10,7
- Chiquinho PSBR$ 3,1 mil · 327 votosR$ 9,41
- Vanderlan Miranda DEMR$ 2 mil · 276 votosR$ 7,36
Votos por real
- 2016, vereadora: 56 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 109 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.