Marli Gerlach Schmitz
nasceu em 1971
Marli Gerlach Schmitz disputou uma eleição, em 2016, para vereadora (Campina das Missões (RS)), pelo PP: suplente.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 45 anos, ensino médio, técnico de enfermagem e assemelhados (exceto enfermeiro), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Marli Gerlach Schmitz declarou R$ 27,6 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou 38% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2016.
- Marli Gerlach SchmitzR$ 27,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 73,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 209,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Marli Gerlach Schmitz declarou ao TSE R$ 2,2 mil em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereadora · Campina das Missões (RS) · PP · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 1.62675,6%
- Próprio bolsoR$ 37617,5%
- PartidoR$ 1496,9%
Para onde foi
- TransporteR$ 82338,3%
- ServiçosR$ 81037,7%
- Material impressoR$ 51524%
Quanto custou cada voto: vereadora, Campina das Missões (RS), 2016
Mediana da disputa: R$ 22,5 por voto. Quem venceu, Marcelo Henz, gastou R$ 10,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 48,8; o mais barato, R$ 10,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ieda Schmatz PTR$ 3,1 mil · 63 votosR$ 48,8
- Ademir Jablonski PPR$ 7 mil · 192 votosR$ 36,6
- Maria Ines Damke MDBR$ 3 mil · 93 votosR$ 32
- Douglas Gabriel Pydd PPR$ 7,1 mil · 252 votosR$ 28,1
- Vanderlei Luis Mallmann PTR$ 3,4 mil · 136 votosR$ 25
- Daltro Luiz Bastos PDTR$ 6,7 mil · 282 votosR$ 23,8
- Teonesio Abraão Andreis PTR$ 3,8 mil · 170 votosR$ 22,5
- Fabio Andre Bencke MDBR$ 9 mil · 429 votosR$ 20,9
- Cleomir Palinski PPR$ 3,3 mil · 216 votosR$ 15,3
- Alcides Kirsch MDBR$ 3,4 mil · 237 votosR$ 14,3
- Luis Ernedio Schermann PDTR$ 3,1 mil · 246 votosR$ 12,8
- Marcelo Henz PTR$ 3,1 mil · 283 votosR$ 10,8
Votos por real
- 2016, vereadora: 62 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.