Marlene da Pastoral
Marilena Lorencini Soares · nasceu em 1953
Marlene da Pastoral se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleita em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PTB (2004), PSD (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 63 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Marlene da Pastoral declarou R$ 298,9 mil em bens, em reais de hoje: 3,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso.
Declarou 3,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2016.
- Marlene da PastoralR$ 298,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 81,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 214,1 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Marlene da Pastoral declarou ao TSE R$ 27 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereadora: R$ 18 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Colíder (MT) · PSD · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 11,8 mil65,8%
- PartidoR$ 2.84215,8%
- Outros candidatosR$ 2.01311,2%
- Próprio bolsoR$ 1.2957,2%
Para onde foi
- TransporteR$ 14,9 mil82,6%
- PessoalR$ 1.4257,9%
- Material impressoR$ 7274%
- ServiçosR$ 6023,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 3772,1%
Quanto custou cada voto: vereadora, Colíder (MT), 2016
Mediana da disputa: R$ 132 por voto. Quem venceu, Luciano Milani, gastou R$ 23,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 403; o mais barato, R$ 23,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gainete PROSR$ 27 mil · 67 votosR$ 403
- Lurdes Do Tosta PVR$ 27 mil · 79 votosR$ 336
- Carlos Vieira Carlão REDER$ 26 mil · 83 votosR$ 316
- Osvaldo Pereira Da Cunha Silva PSDR$ 25 mil · 99 votosR$ 249
- Neia Machadinho PSDR$ 62 mil · 288 votosR$ 216
- Zé Moreira PSDR$ 53 mil · 383 votosR$ 139
- Doris Sguizardi DEMR$ 40 mil · 306 votosR$ 132
- Ismaili PTBR$ 36 mil · 330 votosR$ 109
- Mineiro PROSR$ 24 mil · 277 votosR$ 87
- Adelino Freire PSDR$ 27 mil · 323 votosR$ 82,8
- Rica Matos PSDR$ 33 mil · 472 votosR$ 69,4
- Luciano Milani MDBR$ 30 mil · 1.249 votosR$ 23,8
Votos por real
- 2016, vereadora: 4,8 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 30 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.