Marlene
Marlene Aparecida Martins Alves · nasceu em 1957
Marlene se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleita em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2004 e 2008.
Sempre pelo PTB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2008, eleita.
Declarou ao TSE em 2008: 51 anos, até o fundamental. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Marlene declarou R$ 140,2 mil em bens, em reais de hoje: 2,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 2,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- MarleneR$ 140,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Marlene declarou ao TSE R$ 4,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereadora: R$ 3,9 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereadora · Bálsamo (SP) · PTB · eleita
De onde veio
- Outros candidatosTudo de José Soler PantanoR$ 38645,9%
- EmpresasTudo de Ivan Perpetuo Da Silva-MeR$ 37544,6%
- Próprio bolsoR$ 809,6%
Para onde foi
- Material impressoTudo de Darci Honorato AlvesR$ 809,6%
Quanto custou cada voto: vereadora, Bálsamo (SP), 2008
Mediana da disputa: R$ 12,2 por voto. Quem venceu, Junior Naliati, gastou R$ 3,50 por voto. O voto mais caro custou R$ 119; o mais barato, R$ 3,50.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dijalma Do Binha REPUBLICANOSR$ 1,8 mil · 15 votosR$ 119
- Denir Garça Branca PTBR$ 3,3 mil · 207 votosR$ 15,8
- Olga Assistente Social PTBR$ 2,4 mil · 156 votosR$ 15,6
- Mané Salsa CIDADANIAR$ 2,5 mil · 160 votosR$ 15,5
- Professor João Manoel PSBR$ 1,4 mil · 102 votosR$ 13,6
- Bidão PSBR$ 3,4 mil · 259 votosR$ 13
- Fininho PSBR$ 1,7 mil · 136 votosR$ 12,2
- Alcidinho PSBR$ 1 mil · 88 votosR$ 11,8
- Braizinho Corte CIDADANIAR$ 1,4 mil · 181 votosR$ 7,68
- Antonio Camilo CIDADANIAR$ 1 mil · 224 votosR$ 4,65
- Zilda PTBR$ 1 mil · 256 votosR$ 4,07
- Junior Naliati MDBR$ 1 mil · 286 votosR$ 3,50
Votos por real
- 2008, vereadora: 345 votos por R$ 1.000, 5,2 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 46 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.