Apuração
Vereador · 2020 · REPUBLICANOS

Markim Corredor

Márcio Aguinaldo Soares · nasceu em 1967

Markim Corredor se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,46← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004AGIR2006AGIR2008PL2012MOBILIZA2016PRP2020REPUBLICANOS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Passou por 5 partidos: AGIR (2004–2006), PL (2008), MOBILIZA (2012), PRP (2016), REPUBLICANOS (2020).

Dep. estadualVereadorPartidoAGIRPLMOBILIZAPRPREPUBLICANOS’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, até o fundamental, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    REPUBLICANOS 10045· direita
    suplente
  2. 2016
    PRP 44789· direita
    suplente
  3. 2012
    MOBILIZA 33789· centro-direita
    eleito284 votos
  4. 2008
    PL 22123· direita· na urna, Marquinho Corredor
    não eleito
  5. 2006
    Deputado estadual · Espírito Santo
    AGIR 36555· centro-direita· na urna, Marcio Soares
    suplente629 votos; 216º mais votado de 354 no estado
  6. 2004
    AGIR 36333· centro-direita· na urna, Marquinhos Corredor
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Markim Corredor teve 629 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 216º lugar entre 354 candidatos.

Recebeu votos em 20 cidades. Jerônimo Monteiro deu 45,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,3%.

629 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 629 votos.
  1. Jerônimo Monteiro (ES)289 votos45,9%
  2. Vila Velha (ES)57 votos9,1%
  3. São José do Calçado (ES)55 votos8,7%
  4. Alegre (ES)47 votos7,5%
  5. Guaçuí (ES)32 votos5,1%
  6. Outras 5 cidades11 votos1,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Markim Corredor declarou R$ 58,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Espírito Santo. Entre 2006 e 2016, o total subiu R$ 28,7 mil acima da inflação.

Em 2020, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 58,5 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 35.992 na declaração)

Declarou 2,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Espírito Santo em 2016.

  • Markim CorredorR$ 58,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 21,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 121 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 58,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Markim Corredor declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 5,9 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Jerônimo Monteiro (ES) · REPUBLICANOS · suplente

De onde veio

R$ 877
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 877.
  1. Próprio bolsoR$ 72282,3%
  2. Outros candidatosR$ 15617,7%

Para onde foi

R$ 722
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Jerônimo Monteiro (ES), 2020

Mediana da disputa: R$ 30,8 por voto. Quem venceu, Adezilda, gastou R$ 9,17 por voto. O voto mais caro custou R$ 849; o mais barato, R$ 9,17.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Veronica MDBR$ 4,2 mil · 5 votosR$ 849
  • Dr Ilton Louvem PDTR$ 8,5 mil · 78 votosR$ 109
  • Fernanda Palacio MDBR$ 4,5 mil · 49 votosR$ 91
  • Ineis Jordane MDBR$ 4,2 mil · 70 votosR$ 60,7
  • Luzia Bastos Zucoloto MDBR$ 15 mil · 279 votosR$ 53,3
  • Elias Britto MDBR$ 12 mil · 309 votosR$ 37,2
  • Lizandra MDBR$ 4,2 mil · 138 votosR$ 30,8
  • Leo Do Tão PPR$ 3,8 mil · 211 votosR$ 17,9
  • Anu PDTR$ 3,4 mil · 206 votosR$ 16,7
  • Thiago Bernardo PPR$ 5 mil · 367 votosR$ 13,5
  • Duda Da Saúde MDBR$ 4,9 mil · 394 votosR$ 12,4
  • Adezilda PSBR$ 3,5 mil · 378 votosR$ 9,17

Votos por real

  • 2020, vereador: 21 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 136 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 93 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.