Markim Corredor
Márcio Aguinaldo Soares · nasceu em 1967
Markim Corredor se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 5 partidos: AGIR (2004–2006), PL (2008), MOBILIZA (2012), PRP (2016), REPUBLICANOS (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 53 anos, até o fundamental, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2006Deputado estadual · Espírito SantoAGIR 36555· centro-direita· na urna, Marcio Soaressuplente629 votos; 216º mais votado de 354 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Markim Corredor teve 629 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 216º lugar entre 354 candidatos.
Recebeu votos em 20 cidades. Jerônimo Monteiro deu 45,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,3%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Markim Corredor declarou R$ 58,5 mil em bens, em reais de hoje: 2,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Espírito Santo. Entre 2006 e 2016, o total subiu R$ 28,7 mil acima da inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 2,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Espírito Santo em 2016.
- Markim CorredorR$ 58,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 21,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 121 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Markim Corredor declarou ao TSE R$ 10 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 5,9 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Jerônimo Monteiro (ES) · REPUBLICANOS · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 72282,3%
- Outros candidatosR$ 15617,7%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Jerônimo Monteiro (ES), 2020
Mediana da disputa: R$ 30,8 por voto. Quem venceu, Adezilda, gastou R$ 9,17 por voto. O voto mais caro custou R$ 849; o mais barato, R$ 9,17.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Veronica MDBR$ 4,2 mil · 5 votosR$ 849
- Dr Ilton Louvem PDTR$ 8,5 mil · 78 votosR$ 109
- Fernanda Palacio MDBR$ 4,5 mil · 49 votosR$ 91
- Ineis Jordane MDBR$ 4,2 mil · 70 votosR$ 60,7
- Luzia Bastos Zucoloto MDBR$ 15 mil · 279 votosR$ 53,3
- Elias Britto MDBR$ 12 mil · 309 votosR$ 37,2
- Lizandra MDBR$ 4,2 mil · 138 votosR$ 30,8
- Leo Do Tão PPR$ 3,8 mil · 211 votosR$ 17,9
- Anu PDTR$ 3,4 mil · 206 votosR$ 16,7
- Thiago Bernardo PPR$ 5 mil · 367 votosR$ 13,5
- Duda Da Saúde MDBR$ 4,9 mil · 394 votosR$ 12,4
- Adezilda PSBR$ 3,5 mil · 378 votosR$ 9,17
Votos por real
- 2020, vereador: 21 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2016, vereador: 136 votos por R$ 1.000, 3,8 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 93 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.