Marisa da Guarda Mirim
Marisa Aparecida Monteiro do Amaral · nasceu em 1949
Marisa da Guarda Mirim se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleita em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: CIDADANIA (2004–2016), PODE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 71 anos, superior completo, administrador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marisa da Guarda Mirim declarou R$ 219,3 mil em bens, em reais de hoje: 13 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 11,7 mil acima da inflação.
Declarou 13 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Marisa da Guarda MirimR$ 219,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Marisa da Guarda Mirim declarou ao TSE R$ 48 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeita: R$ 24 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereadora · Tremembé (SP) · PODE · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 8.13777,7%
- PartidoR$ 1.34012,8%
- Outros candidatosR$ 1.0019,5%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereadora, Tremembé (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 56,6 por voto. Quem venceu, Paulinho Kodak, gastou R$ 11,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 987; o mais barato, R$ 11,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Elaine Gouvea DEMR$ 42 mil · 43 votosR$ 987
- Meire Simão PLR$ 20 mil · 67 votosR$ 303
- Eunice Cagnacci PLR$ 21 mil · 77 votosR$ 275
- Paulo Couto Do Café PLR$ 25 mil · 291 votosR$ 87,5
- Sandrinho Policial PODER$ 11 mil · 184 votosR$ 57,6
- Lucio Varejão PODER$ 19 mil · 327 votosR$ 56,8
- Chester PSDBR$ 8,5 mil · 150 votosR$ 56,6
- Bene PSDBR$ 22 mil · 439 votosR$ 49,3
- Diego Protetor PLR$ 25 mil · 608 votosR$ 40,7
- Adriano Dos Santos DEMR$ 11 mil · 454 votosR$ 24,4
- Renatinho Vargas PSLR$ 12 mil · 535 votosR$ 22
- Paulinho Kodak DEMR$ 12 mil · 1.058 votosR$ 11,4
Votos por real
- 2020, vereadora: 20 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
- 2016, vereadora: 25 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 38 votos por R$ 1.000, 3,6 vezes a mediana da disputa.
- 2004, prefeita: 27 votos por R$ 1.000, 40% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.