Apuração
Deputado estadual · 2022 · PRTB

Mario Prado

Mario Félix Feitosa Prado · nasceu em 1969

Mario Prado se candidatou em 2 eleições, de 2018 a 2022, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPRTB+0,55← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2018DC2022PRTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: DC (2018), PRTB (2022).

Dep. estadualPartidoDCPRTB201820202022
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2022, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2022: 52 anos, superior incompleto, empresário, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2022
    Deputado estadual · Tocantins
    PRTB 28112· direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2018
    Deputado estadual · Tocantins
    DC 27222· direita· na urna, Mário Prado
    suplente869 votos; 93º mais votado de 207 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Mario Prado teve 869 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 93º lugar entre 207 candidatos.

Recebeu votos em 48 cidades. Palmas deu 56,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,3%.

869 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 869 votos.
  1. Palmas (TO)489 votos56,3%
  2. Cristalândia (TO)107 votos12,3%
  3. Oliveira de Fátima (TO)45 votos5,2%
  4. Paraíso do Tocantins (TO)20 votos2,3%
  5. Lagoa da Confusão (TO)19 votos2,2%
  6. Outras 33 cidades84 votos9,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Mario Prado declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 16 mil, 4,5% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2022 · Deputado estadual · Tocantins · PRTB · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 1.410
32% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.410.
  1. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 96168,1%
  2. Fundo eleitoralTudo de Partido Renovador Trabalhista Brasileiro - Brasil - Br - NacionalR$ 44931,9%

Para onde foi

Nada declarado em 2022.

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Tocantins, 2022

Mediana da disputa: R$ 59,3 por voto. Quem venceu, Leo Barbosa, gastou R$ 10,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 574; o mais barato, R$ 10,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 52 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.