Apuração
Vereador · 2016 · PSB

Mário Medeiros

Mário Jorge de Medeiros · nasceu em 1960

Mário Medeiros se candidatou em 2 eleições, de 2014 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSB−0,24← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2014PSB2016PSB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSB.

Dep. federalVereadorPartidoPSB20142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 56 anos, superior completo, psicólogo, cor parda. A cor declarada mudou: preta em 2014, parda em 2016. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Porto Velho (RO)
    PSB 40400· centro-esquerda
    suplente1.983 votos
  2. 2014
    Deputado federal · Rondônia
    PSB 4040· centro-esquerda· na urna, Mario Medeiros
    suplente6.700 votos; 30º mais votado de 81 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Mário Medeiros teve 6.700 votos para deputado federal, 0,8% dos votos válidos do estado: 30º lugar entre 81 candidatos.

Recebeu votos em 46 cidades. Porto Velho deu 88,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,3%.

6.700 votos
votos para deputado federal em 2014
Cada quadrado é 1% de 6.700 votos.
  1. Porto Velho (RO)5.955 votos88,9%
  2. Cacoal (RO)170 votos2,5%
  3. Pimenta Bueno (RO)69 votos1%
  4. Vilhena (RO)59 votos0,9%
  5. Itapuã do Oeste (RO)49 votos0,7%
  6. Outras 31 cidades116 votos1,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Mário Medeiros declarou ao TSE R$ 112 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado federal: R$ 85 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2,5 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Porto Velho (RO) · PSB · suplente

De onde veio

R$ 26,4 mil
0% veio de fundos públicos; 7 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 26,4 mil.
  1. PessoasR$ 19,9 mil75,5%
  2. Próprio bolsoR$ 6.47724,5%

Para onde foi

R$ 26,4 mil
O maior gasto foi com material impresso: 37% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 26,4 mil.
  1. Material impressoR$ 9.68336,7%
  2. TransporteR$ 7.77229,5%
  3. ServiçosR$ 6.47724,6%
  4. EscritórioR$ 2.4489,3%

Quanto custou cada voto: vereador, Porto Velho (RO), 2016

Mediana da disputa: R$ 52,8 por voto. Quem venceu, Ellis Regina Do Sindeprof, gastou R$ 27,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 258; o mais barato, R$ 27,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 75 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2014, deputado federal: 79 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.