Apuração
Deputado federal · 2006 · MDB

Mário Lima

Mário Soares Lima · nasceu em 1935

Mário Lima se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2006, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,14← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PTB2004MDB2006MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PTB (2002), MDB (2004–2006).

Dep. federalVice-prefeitoPartidoPTBMDB200220042006
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2006, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2006: 71 anos, ensino médio, servidor público civil aposentado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado federal · Bahia
    MDB 1543· centro
    candidatura não chegou à urna
  2. 2004
    Vice-prefeito · Salvador (BA)
    MDB 40· centro
    Na chapa de Lidice da Mata
    chapa não eleita124.856 votos da chapa, 10,4%
  3. 2002
    Deputado federal · Bahia
    PTB 1456· centro-direita
    suplente8.926 votos; 68º mais votado de 133 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Mário Lima teve 8.926 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 68º lugar entre 133 candidatos.

Recebeu votos em 299 cidades. Salvador deu 43,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 79,6%.

8.926 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 8.926 votos.
  1. Salvador (BA)3.917 votos43,9%
  2. Itabuna (BA)1.218 votos13,6%
  3. Feira de Santana (BA)228 votos2,6%
  4. Alagoinhas (BA)208 votos2,3%
  5. Candeias (BA)207 votos2,3%
  6. Outras 284 cidades1.820 votos20,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Mário Lima declarou R$ 104,4 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 104,4 mil
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 34.999 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado federal na Bahia em 2006.

  • Mário LimaR$ 104,4 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 138,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 104,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Mário Lima declarou ao TSE R$ 490 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado federal: R$ 340 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2006 · Deputado federal · Bahia · MDB · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 150,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 150,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 48,9 mil32,6%
  2. PartidoR$ 2.9662%

Para onde foi

R$ 150,1 mil
O maior gasto foi com escritório: 33% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 150,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Serviços10 pessoas, não nomeadasR$ 28,6 mil19,1%
  2. Pessoal4 pessoas, não nomeadasR$ 14,4 mil9,6%
  3. Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 10,4 mil6,9%
  4. EventosR$ 1.1210,7%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Bahia, 2006

Mediana da disputa: R$ 9,13 por voto. Quem venceu, Pinheiro, gastou R$ 3,62 por voto. O voto mais caro custou R$ 40,2; o mais barato, R$ 3,62.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2002, deputado federal: 26 votos por R$ 1.000, 13% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.