Mario Ghannam
Mario Miguel Ghannam · nasceu em 1949
Mario Ghannam se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 5 partidos: PTB (2002), PL (2004), PHS (2008), MOBILIZA (2012), PODE (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 67 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · GoiásPTB 14142· centro-direitanão eleito5.338 votos; 141º mais votado de 485 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Mario Ghannam teve 5.338 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 141º lugar entre 485 candidatos.
Recebeu votos em 113 cidades. Goiânia deu 72,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,8%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Mario Ghannam declarou R$ 2 mi em bens, em reais de hoje: 47 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 973,6 mil acima da inflação.
Declarou 47 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2016.
- Mario GhannamR$ 2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 41,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 157,6 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Mario Ghannam declarou ao TSE R$ 248 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 184 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Goiânia (GO) · PODE · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 8.82564,4%
- Outros candidatosR$ 3.98329%
- PartidoR$ 9056,6%
Para onde foi
- ServiçosR$ 9.92672,4%
- Material impressoR$ 2.16815,8%
- TransporteR$ 1.1338,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4863,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Goiânia (GO), 2016
Mediana da disputa: R$ 72,2 por voto. Quem venceu, Welington Peixoto, gastou R$ 39,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 205; o mais barato, R$ 39,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gustavo Cruvinel PVR$ 835 mil · 4.066 votosR$ 205
- Dr. Silvio Fernandes DEMR$ 251 mil · 2.165 votosR$ 116
- Sabrina Garcez DEMOCRATAR$ 709 mil · 7.233 votosR$ 98,1
- Gustavo Bueno PTR$ 256 mil · 2.660 votosR$ 96,1
- Carlos Soares PTR$ 302 mil · 3.319 votosR$ 91
- Marco Brenner (Nona) MOBILIZAR$ 318 mil · 3.676 votosR$ 86,5
- Tatiana Lemos PC do BR$ 319 mil · 4.418 votosR$ 72,2
- Denicio Trindade SOLIDARIEDADER$ 324 mil · 5.157 votosR$ 62,8
- Andrey Azeredo MDBR$ 256 mil · 4.073 votosR$ 62,8
- Lucas Kitão PSLR$ 234 mil · 4.499 votosR$ 52,1
- Anselmo Pereira PSDBR$ 303 mil · 7.504 votosR$ 40,4
- Welington Peixoto MDBR$ 255 mil · 6.513 votosR$ 39,1
Votos por real
- 2016, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 85 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 125 votos por R$ 1.000, 5,1 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 61 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.