Apuração
Vereador · 2012 · PSDB

Mario da Grade

Mario Correa Monteiro · nasceu em 1960

Mario da Grade se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,24← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2012PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.

Sempre pelo PSDB.

VereadorPartidoPSDB20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 52 anos, ensino médio, servidor público municipal. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Primavera (PA)
    PSDB 45123· centro-direita
    eleito434 votos
  2. 2004
    Vereador · Primavera (PA)
    PSDB 45111· centro-direita
    suplente227 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Mario da Grade declarou R$ 54,8 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 54,8 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 25.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Pará em 2012.

  • Mario da GradeR$ 54,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 43,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 54,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2012, Mario da Grade declarou ao TSE R$ 1,4 mil em receitas, em reais de hoje.

2012 · Vereador · Primavera (PA) · PSDB · eleito

De onde veio

R$ 1.367
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.367.
  1. Outros candidatosTudo de Eleições 2012 Cleuma Maria Bezerra De Oliveira PrefeitoR$ 93468,3%
  2. Próprio bolsoR$ 43331,7%

Para onde foi

R$ 1.367
O maior gasto foi com serviços: 48% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1.367.
  1. ServiçosTudo de Eleições 2012 Cleuma Maria Bezerra De Oliveira PrefeitoR$ 65047,5%
  2. Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 43331,7%
  3. Material impressoTudo de Eleições 2012 Cleuma Maria Bezerra De Oliveira PrefeitoR$ 28420,8%

Quanto custou cada voto: vereador, Primavera (PA), 2012

Mediana da disputa: R$ 21,9 por voto. Quem venceu, João Reis, gastou R$ 12,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 66,6; o mais barato, R$ 12,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2012, vereador: 318 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.