Mário da Farmácia
Mário Helfstein · nasceu em 1956
Mário da Farmácia se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PSDB (2008), PP (2012), PSB (2016), DEM (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 64 anos, ensino médio, comerciante, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Mário da Farmácia declarou R$ 32,5 mil em bens, em reais de hoje.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Mário da FarmáciaR$ 32,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Mário da Farmácia declarou ao TSE R$ 24 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 13 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Embu-Guaçu (SP) · DEM · suplente
De onde veio
Para onde foi
- RepassesR$ 1.27494,7%
- EscritórioR$ 715,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Embu-Guaçu (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 36,3 por voto. Quem venceu, Prof Colle, gastou R$ 14,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 418; o mais barato, R$ 14,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Renato Chester PLR$ 16 mil · 38 votosR$ 418
- Paula Fernandes DEMR$ 35 mil · 204 votosR$ 173
- Léo Panedelilo CIDADANIAR$ 17 mil · 156 votosR$ 109
- Arquiteto Carlos Pinheiro PTR$ 10 mil · 123 votosR$ 81,2
- Tia Katia PTR$ 8,5 mil · 114 votosR$ 74,7
- Andrezão Do Povão MDBR$ 17 mil · 468 votosR$ 36,3
- Lucas Da Saúde PSCR$ 14 mil · 552 votosR$ 25,6
- Toninho Valflor MDBR$ 21 mil · 834 votosR$ 24,9
- Valtinho MDBR$ 15 mil · 661 votosR$ 22,7
- Joãozinho Do Cavalo PTBR$ 13 mil · 678 votosR$ 19,5
- Prof Colle MDBR$ 9,9 mil · 687 votosR$ 14,4
Votos por real
- 2020, vereador: 314 votos por R$ 1.000, 5 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 403 votos por R$ 1.000, 7,5 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 67 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.