Mario Celso
Mario Celso Puglielli da Cunha · nasceu em 1946
Mario Celso se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2010, e foi eleito em 2.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Sempre pelo PSB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: 2º suplente de senador, 2010, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2010: 64 anos, superior incompleto, jornalista e redator. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 20102º suplente de senador · ParanáPSB 111· centro-esquerdaNa chapa de Ricardo Barroschapa não eleita2.190.539 votos da chapa
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2010, Mario Celso declarou R$ 2,2 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2010, o total subiu R$ 139,9 mil acima da inflação.
Os 9 itens declarados em 2010, do maior ao menor
- Caixa economica federalR$ 1,1 miCaderneta de poupança
- Apartamento 401R$ 420,4 milApartamento
- Apartamento edifício vila realR$ 184,6 milApartamento
- Automóvel marca kia sportage 2010R$ 173,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Automóvel marca vw/golf 2010R$ 123,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Empréstimo à mario celso puglielli da cunha juniorR$ 111,3 milCrédito decorrente de empréstimo
- Área rural com 1R$ 47 milTerreno rural
- Banco santanderR$ 33,6 milCaderneta de poupança
- Banco itaúR$ 10,9 milCaderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Mario Celso declarou ao TSE R$ 404 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 244 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Curitiba (PR) · PSB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 21,4 mil8,8%
- PessoasR$ 5.0872,1%
- Outros candidatosR$ 4.0241,6%
- PartidoR$ 1.1140,5%
Para onde foi
- Pessoal10 pessoas, não nomeadasR$ 61,6 mil25,2%
- ServiçosR$ 31,4 mil12,9%
- TransporteR$ 8.0323,3%
- EscritórioR$ 3.6281,5%
- InternetR$ 54< 0,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Curitiba (PR), 2008
Mediana da disputa: R$ 65,1 por voto. Quem venceu, Derosso, gastou R$ 33,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 430; o mais barato, R$ 33,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ulisses Kaniak PTR$ 714 mil · 1.660 votosR$ 430
- Rafael Xavier MDBR$ 691 mil · 2.521 votosR$ 274
- André Girardi PDTR$ 362 mil · 2.500 votosR$ 145
- Marisa PTR$ 351 mil · 2.645 votosR$ 133
- Caco Almeida PSBR$ 639 mil · 4.968 votosR$ 129
- Emerson Prado PSDBR$ 596 mil · 5.774 votosR$ 103
- Jair Cezar PSDBR$ 440 mil · 6.768 votosR$ 65,1
- Jorge Bernardi PDTR$ 450 mil · 7.116 votosR$ 63,2
- Felipe Braga Cortes PSDBR$ 668 mil · 11.817 votosR$ 56,5
- Denilson Pires DEMR$ 360 mil · 6.439 votosR$ 56
- Sabino Picolo DEMR$ 344 mil · 9.846 votosR$ 35
- Derosso PSDBR$ 374 mil · 11.189 votosR$ 33,4
Votos por real
- 2008, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 52 votos por R$ 1.000, 39% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.