Mario
Mario da Silva · nasceu em 1960
Mario disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Coronel Martins (SC)), pelo MDB: suplente.
Centro, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 47 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Mario declarou R$ 242,7 mil em bens, em reais de hoje: 1,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Santa Catarina.
Declarou 1,6 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Santa Catarina em 2008.
- MarioR$ 242,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 148,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 229,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Mario declarou ao TSE R$ 1,8 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Vereador · Coronel Martins (SC) · MDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.40377,7%
- PessoasR$ 40222,3%
Para onde foi
- TransporteR$ 85447,3%
- OutrosR$ 40222,3%
- ServiçosR$ 26814,8%
- Material impressoR$ 1618,9%
- EscritórioR$ 1206,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Coronel Martins (SC), 2008
Mediana da disputa: R$ 84,3 por voto. Quem venceu, Claudir Brancalione, gastou R$ 53,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 198; o mais barato, R$ 36,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Leomir - Nanico PTR$ 5,9 mil · 30 votosR$ 198
- Julcemar MDBR$ 2,8 mil · 17 votosR$ 165
- Taidão PTR$ 5,2 mil · 36 votosR$ 143
- Zenaide Scarioto PTR$ 6 mil · 58 votosR$ 104
- Jacir Paulo Craco PTR$ 4,8 mil · 49 votosR$ 97
- Leo Bottega PTR$ 5,8 mil · 63 votosR$ 92
- Gibrair PTR$ 7,2 mil · 86 votosR$ 84,3
- Soeli Moreira Coelho PTR$ 5,5 mil · 67 votosR$ 81,6
- Vilsinho PTR$ 4,9 mil · 62 votosR$ 79
- Kiko Mariane PTR$ 5,9 mil · 107 votosR$ 55,2
- Claudir Brancalione PTR$ 5,7 mil · 107 votosR$ 53,1
- Germano DEMR$ 2,3 mil · 62 votosR$ 36,9
Votos por real
- 2008, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.