Mario
Mario Seibert · nasceu em 1974
Mario se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 3. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.
Passou por 3 partidos: MDB (2004), AGIR (2008–2012), SOLIDARIEDADE (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2016: 42 anos, ensino médio, agricultor, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2010Deputado federal · ParanáAGIR 3610· centro-direita· na urna, Mario Seibertnão eleito15.393 votos; 67º mais votado de 265 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Mario teve 15.393 votos para deputado federal, 0,3% dos votos válidos do estado: 67º lugar entre 265 candidatos.
Recebeu votos em 117 cidades. Cascavel deu 89,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Mario declarou R$ 54,8 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Paraná em 2012.
- MarioR$ 54,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 54,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 175 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Mario declarou ao TSE R$ 54 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado federal: R$ 29 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Cascavel (PR) · SOLIDARIEDADE · candidatura não chegou à urna
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Cascavel (PR), 2016
Mediana da disputa: R$ 43,9 por voto. Quem venceu, Romulo Quintino, gastou R$ 12,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 113; o mais barato, R$ 12,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Peternela PSDR$ 41 mil · 360 votosR$ 113
- Rui Capelão MDBR$ 53 mil · 766 votosR$ 69,6
- Gisa Pyl AVANTER$ 39 mil · 604 votosR$ 64,6
- Toninho Frentista PPLR$ 50 mil · 939 votosR$ 53,1
- João Paulo PSDR$ 86 mil · 1.709 votosR$ 50,5
- Pedro Martendal PVR$ 41 mil · 823 votosR$ 49,5
- Jaime Vasatta PODER$ 67 mil · 1.534 votosR$ 43,9
- Gugu Bueno PLR$ 105 mil · 2.657 votosR$ 39,5
- Ganso Sem Limite PSDR$ 48 mil · 1.664 votosR$ 28,6
- Alecio Espinola PSCR$ 38 mil · 1.635 votosR$ 23,1
- Pedro Sampaio PSDBR$ 44 mil · 3.159 votosR$ 13,9
- Romulo Quintino PSLR$ 42 mil · 3.397 votosR$ 12,2
Votos por real
- 2012, vereador: 132 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 525 votos por R$ 1.000, 7,5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 193 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.