Mário
Mário Augusto da Silveira Neto · nasceu em 1961
Mário se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 2 partidos: PSDB (2004), AGIR (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 55 anos, superior completo, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Mário declarou R$ 1,7 mi em bens, em reais de hoje: 58 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.
Declarou 58 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- MárioR$ 1,7 mi
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 10 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Cada residencialR$ 1,3 miCasa
- Terreno urbano situado a rua pio xiiR$ 130,3 milCasa
- Casa residencialR$ 101,2 milCasa
- Casa residencial e seu respectivo terreno com area total…R$ 60,9 milCasa
- 33,33333% D euma casa residencial, situada a rua juscelino…R$ 50,1 milCasa
- Automovel pas- ford k flexR$ 39 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 33,33% De gleba de terra com area total de 3,51,40 ha, no…R$ 19,5 milTerreno rural
- 33,33% De um automovel fiat/uno spoting 1.4, cor branca…R$ 14,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 1/3 De 50% de um terreno medindo 2424M^2 sit a av. dr…R$ 9.553Terreno
- Um terreno urbano com area de 261R$ 2.924Terreno
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Mário declarou ao TSE R$ 28 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 16 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Alfenas (MG) · AGIR · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 11 mil96,7%
- PartidoR$ 3723,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 9.11680,5%
- InternetR$ 8107,1%
- ServiçosR$ 7776,9%
- Rádio, TV e vídeoR$ 6235,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Alfenas (MG), 2016
Mediana da disputa: R$ 26,2 por voto. Quem venceu, Joao Carlos Tercetti, gastou R$ 10 por voto. O voto mais caro custou R$ 141; o mais barato, R$ 10.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dra.Michelle Advogada PPR$ 18 mil · 127 votosR$ 141
- Pernambuco PSBR$ 24 mil · 206 votosR$ 115
- Lito PTBR$ 13 mil · 278 votosR$ 46,8
- Marcos Inacio PSBR$ 15 mil · 401 votosR$ 36,7
- Soraia PSBR$ 14 mil · 400 votosR$ 35,4
- Paulinho Do Asfalto PRTBR$ 13 mil · 500 votosR$ 26,9
- Professor Chico PDTR$ 11 mil · 439 votosR$ 26,2
- Guinho PTR$ 12 mil · 505 votosR$ 23,8
- Tadeu Fernandes AGIRR$ 13 mil · 579 votosR$ 22,4
- Carlos Miguel REDER$ 12 mil · 642 votosR$ 18,3
- Fábio Da Oncologia PPR$ 16 mil · 889 votosR$ 17,7
- Joao Carlos Tercetti PRPR$ 11 mil · 1.144 votosR$ 10
Votos por real
- 2016, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 30% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.