Apuração
Prefeito · 2012 · DEM

Mario

Mario Costa de Oliveira · nasceu em 1969

Mario se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSB2012DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.

Passou por 2 partidos: PSB (2004), DEM (2012).

PrefeitoPartidoPSBDEM20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2012, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2012: 43 anos, superior completo, professor de ensino fundamental. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    DEM 25· direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2004
    PSB 40· centro-esquerda
    eleito1.787 votos, 56,4%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Mario declarou R$ 416,3 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 416,3 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 190.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Norte em 2012.

  • MarioR$ 416,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 350,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 457 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 416,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Mario declarou ao TSE R$ 55 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 50 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Prefeito · Rafael Fernandes (RN) · DEM · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 4.982
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 4.982
O maior gasto foi com material impresso: 52% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 4.982.
  1. Material impresso1 pessoas, não nomeadasR$ 2.59952,2%
  2. Transporte1 pessoas, não nomeadasR$ 2.38347,8%

Quanto custou cada voto: prefeito, Rafael Fernandes (RN), 2012

Mediana da disputa: R$ 46,6 por voto. Quem venceu, Maria Alzira, gastou R$ 46,6 por voto.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, prefeito: 35 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.