Marino Jorge Ruat
nasceu em 1949
Marino Jorge Ruat se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: MDB (2004), PSDB (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 59 anos, superior completo, servidor público civil aposentado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Marino Jorge Ruat declarou R$ 360 mil em bens, em reais de hoje: 3,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul.
Declarou 3,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.
- Marino Jorge RuatR$ 360 mil
- Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Marino Jorge Ruat declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 14 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Dom Feliciano (RS) · PSDB · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.12582,8%
- PartidoR$ 23317,2%
Para onde foi
- Material impressoR$ 93769%
- OutrosR$ 23317,2%
- EscritórioR$ 18713,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Dom Feliciano (RS), 2008
Mediana da disputa: R$ 32,1 por voto. Quem venceu, Miranda, gastou R$ 22 por voto. O voto mais caro custou R$ 78,6; o mais barato, R$ 22.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nei PTBR$ 10 mil · 127 votosR$ 78,6
- Raimundo Zalewski PSDBR$ 25 mil · 374 votosR$ 68,2
- Alcion PSDBR$ 11 mil · 163 votosR$ 65,9
- Maria Jussara PTR$ 11 mil · 208 votosR$ 53,1
- Paulo Job PTR$ 9,9 mil · 190 votosR$ 52,1
- Ivo Oliveira - O Trovador PSDBR$ 14 mil · 367 votosR$ 37,2
- Nilton MDBR$ 19 mil · 600 votosR$ 32,1
- Ademar PTR$ 8,9 mil · 292 votosR$ 30,6
- Delamir PSDBR$ 14 mil · 594 votosR$ 24
- Moacir PSDBR$ 8,5 mil · 358 votosR$ 23,7
- Elza Bolesta PSDBR$ 8,6 mil · 385 votosR$ 22,3
- Miranda PSDBR$ 8,3 mil · 376 votosR$ 22
Votos por real
- 2008, vereador: 107 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 74 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.