Marinho
Mário Rodrigues de Souza · nasceu em 1979
Marinho se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 3 partidos: PT (2012), REPUBLICANOS (2016), PP (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 41 anos, ensino médio, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Marinho declarou R$ 14,4 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 12,7 mil acima da inflação.
Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2020.
- MarinhoR$ 14,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 90,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Marinho declarou ao TSE R$ 3,1 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 1,8 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Lençóis (BA) · PP · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Lençóis (BA), 2020
Mediana da disputa: R$ 18,6 por voto. Quem venceu, Roberto Enfermeiro, gastou R$ 12,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 133; o mais barato, R$ 12,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tetinha PPR$ 2,1 mil · 16 votosR$ 133
- Vitor Camões PTR$ 2,7 mil · 26 votosR$ 103
- Maurício Do Pt PTR$ 3,4 mil · 38 votosR$ 90,1
- Laura Garcia PSDR$ 5,2 mil · 119 votosR$ 43,3
- Marta Dos Animais PPR$ 2,1 mil · 52 votosR$ 40,8
- Eliete PPR$ 2,1 mil · 63 votosR$ 33,7
- Alberto Sa PLR$ 4,3 mil · 229 votosR$ 18,6
- Neto Peteka AVANTER$ 2,2 mil · 119 votosR$ 18,4
- Patrício Sá PPR$ 3 mil · 165 votosR$ 18,2
- Eraldo REPUBLICANOSR$ 2,7 mil · 190 votosR$ 14,2
- Meire REPUBLICANOSR$ 2,6 mil · 192 votosR$ 13,5
- Roberto Enfermeiro PTR$ 2,4 mil · 186 votosR$ 12,8
Votos por real
- 2020, vereador: 122 votos por R$ 1.000, 4,6 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 188 votos por R$ 1.000, 7,3 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 177 votos por R$ 1.000, 4,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.