Marilene Mont Alto
Marilene Mont Alto Sousa Santos · nasceu em 1959
Marilene Mont Alto se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2014, e foi eleita em nenhuma. Em 2 delas, a candidatura não chegou à urna.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PC do B.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputada estadual, 2014, candidatura não chegou à urna.
Declarou ao TSE em 2014: 55 anos, ensino médio, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2014
- 2012Vereadora · Janaúba (MG)PC do B 65555· esquerda· na urna, Marilene do Banco do Nordestecandidatura não chegou à urna
- 2010Deputada estadual · Minas GeraisPC do B 65038· esquerda· na urna, Marilene do Banco Nordestesuplente803 votos; 554º mais votada de 942 no estado
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Marilene Mont Alto teve 803 votos para deputada estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 554º lugar entre 942 candidatos.
Recebeu votos em 44 cidades. Janaúba deu 31,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,6%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Marilene Mont Alto declarou R$ 73 mil em bens, em reais de hoje: 2,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 24,4 mil acima da inflação.
Declarou 2,2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2012.
- Marilene Mont AltoR$ 73 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Marilene Mont Alto declarou ao TSE R$ 20 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputada estadual: R$ 15 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereadora · Janaúba (MG) · PC do B · candidatura não chegou à urna
De onde veio
- Outros candidatosR$ 1.24374,2%
- PartidoR$ 43325,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 1.24374,2%
- ServiçosR$ 43325,8%
Quanto custou cada voto: vereadora, Janaúba (MG), 2012
Mediana da disputa: R$ 53,5 por voto. Quem venceu, Claudio Fidelix, gastou R$ 22,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 175; o mais barato, R$ 22,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Carlão Do Som PTR$ 21 mil · 120 votosR$ 175
- Maristela PTBR$ 33 mil · 204 votosR$ 160
- Vinolia PTBR$ 22 mil · 190 votosR$ 114
- Miguel Barbosa PTR$ 19 mil · 263 votosR$ 73,1
- Pastor Walter AVANTER$ 34 mil · 516 votosR$ 66
- Rondinelly PC do BR$ 25 mil · 393 votosR$ 62,5
- Adauri Cordeiro MDBR$ 36 mil · 680 votosR$ 53,5
- Isaildon PSDBR$ 43 mil · 900 votosR$ 47,6
- Sérgio Coelho DEMR$ 33 mil · 764 votosR$ 43,6
- Augusto Wagner PTR$ 25 mil · 605 votosR$ 41,8
- Pauleca REPUBLICANOSR$ 19 mil · 754 votosR$ 24,8
- Claudio Fidelix PSDR$ 27 mil · 1.196 votosR$ 22,6
Votos por real
- 2010, deputada estadual: 55 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereadora: 44 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.