Mariano
Mariano da Costa Duarte · nasceu em 1961
Mariano se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Passou por 3 partidos: PSDB (2004–2008), PSL (2012), PODE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 59 anos, até o fundamental, comerciante, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Mariano declarou R$ 2,1 mi em bens, em reais de hoje: 99 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 1,9 mi acima da inflação.
Declarou 99 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2020.
- MarianoR$ 2,1 mi
- Mediana dos candidatosR$ 21,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 96,2 mil
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Um restaurante situado a´ rua izaltino martins bairro…R$ 861,9 milOutros bens e direitos
- Uma chacara situada em lages situada em augusto de lima MGR$ 861,9 milOutros bens e direitos
- Uma casa situada á rua presidente castelo branco bairro…R$ 186,7 milCasa
- Uma casa situada na rua izaltino martinsR$ 172,4 milCasa
- Uma borracharia situada a rua izaltino martins numero 814…R$ 43,1 milOutros bens e direitos
- Um automovel fiat palio 1.0R$ 12,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Mariano declarou ao TSE R$ 7,7 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 3,3 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Augusto de Lima (MG) · PODE · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 70844,8%
- Outros candidatosR$ 70844,8%
- PartidoR$ 16310,3%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Augusto de Lima (MG), 2020
Mediana da disputa: R$ 24,5 por voto. Quem venceu, Nego De Iva, gastou R$ 12,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 938; o mais barato, R$ 12,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Neide Vaz PODER$ 4,7 mil · 5 votosR$ 938
- Daniele De Alzemir PODER$ 6 mil · 23 votosR$ 261
- Evandro MDBR$ 4,2 mil · 102 votosR$ 41
- Franz MDBR$ 3,5 mil · 86 votosR$ 40,8
- Vania Professora MDBR$ 2,1 mil · 71 votosR$ 29,9
- Branco De Zaias MDBR$ 2,1 mil · 72 votosR$ 28,7
- Charles Paraiba MDBR$ 1,5 mil · 62 votosR$ 24,5
- Antonio De Vico DEMOCRATAR$ 2,5 mil · 134 votosR$ 18,6
- Virgilio Delegado PPR$ 1,8 mil · 98 votosR$ 18,5
- Delço Do Tombador MDBR$ 2,2 mil · 141 votosR$ 15,5
- Samuelzinho Da Marisia DEMOCRATAR$ 2,1 mil · 159 votosR$ 13,5
- Nego De Iva MDBR$ 2 mil · 153 votosR$ 12,8
Votos por real
- 2020, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 26 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 111 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 98 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.